Faz dois anos que a princesa de Gales anunciou que estava a lutar contra um cancro. No momento mais delicado da sua vida, há medos e vulnerabilidades que não esquece, mas também uma força que não conhecia e que trouxe para a sua nova existência depois da doença. No novo livro 'William and Catherine: The Monarchy's New Era: The Inside Story', conta-se agora como Kate fez da sua dor uma forma de resiliência e venceu a doença sem nada esconder dos filhos e mantendo sempre o seu otimismo.
A empresária, que é casada com o aristocrata Ferdinando Brachetti Peretti, demitiu-se da administração de uma proeminente associação de solidariedade britânica depois de terem vindo à tona e-mails em que chamava "querido" ao traficante sexual condenado, ao longo de décadas de correspondência.
Depois do escândalo que o liga a Jeffrey Epstein, de ter perdido todo o apoio da família real britânica, o príncipe André é detido por suspeitas de má conduta em cargos públicos. É o declínio daquele que sempre foi considerado o filho preferido da rainha Isabel II, e que cai em desgraça sem que ninguém da casa real britânica lhe estenda a mão. A dor maior prende-se com o corte de relações com a filha Eugenie.
O irmão do rei Carlos III está a ser investigado pelas suas ligações a Jeffrey Epstein. Depois do primeiro-ministro britânico ter dito que "ninguém está acima da lei", André foi detido esta quinta-feira.
Aproxima-se o segundo aniversário do anúncio que chocou o mundo, quando, aos 42 anos, a princesa de Gales revelou que tinha cancro. Agora, foram revelados detalhes sobre a forma como o futuro rei de Inglaterra lidou com a doença na privacidade da sua casa, permitindo à mulher concentrar-se nos tratamentos e na sua recuperação.
William e Kate continuam a ser os membros mais populares da família real britânica, de acordo com sondagens recentes. Recentemente, vieram a público notícias a dar conta de algum afastamento entre os príncipes de Gales.
A campanha online para angariar fundos para a família do ator, que morreu na passada quarta-feira - e cuja fortuna de três milhões de dólares foi quase toda gasta nos tratamentos do cancro - já ultrapassou os dois milhões de dólares. Várias celebridades de Hollywood fizeram questão de contribuir, mas a doação do realizador multimilionário Steven Spielberg está a causar polémica.