O casamento de Júlia Palha continua a dar que falar, especialmente devido ao vestido escolhido pela noiva. Por trás de uma aparente simplicidade, a peça esconde um segredo agora revelado.
Entre nomes como Dior, Cartier ou Gucci, há um rosto português que tem sido o grande responsável pelo maior cosmopolitismo da Avenida da Liberdade, que se engrandece perante os gigantes da Europa. Assume que investir num país com uma "carga fiscal gigantesca, quase insuperável" não é fácil, mas que o coração pesa sempre para o lado luso, onde admite haver ainda muitas oportunidades, sendo que as mais a encantam são no segmento do luxo. "Há imensas oportunidades em Portugal, mas não há espaço em Portugal para um turismo de massas, Portugal deve ser preservado e um turismo de massa não penso que seja o melhor para o País."
Francês, que obteve cidadania portuguesa em 2021, investiu mais de 1,3 mil milhões de euros no nosso país em projetos em Lisboa, mas sobretudo na Comporta, primeiro ao lado de Paula Amorim e depois a solo. Morreu aos 78 anos, deixando o seu império milionário nas mãos do filho, Alexandre.
Entre o seu bem-sucedido JNcQUOI e a holding familiar, Paula Amorim não tem mãos a medir com tanto trabalho nem tempo para celebrar as conquistas, como os números dos primeiros nove meses do ano que apontam um lucro de 973 milhões de euros para a Galp. Uma fortuna que a empresária tem multiplicado e nunca subtraído e para a qual, tal como aconteceu consigo e com o pai, Américo Amorim, prepara agora os filhos para um dia a herdarem.
É neto de um dos fundadores do Ritz e trabalhou 17 anos na Ásia até o amor por Paula Amorim o trazer de volta a Portugal. Foi nessa jornada que se apaixonou pelo conceito de luxo que ao lado da mulher imprime nos espaços da cadeia JNcQUOI, onde se afirma, cada vez mais, como rosto dominante. Prestes a inaugurar um novo restaurante em Lisboa, o casal espera que 2026 seja o ano da consagração na Comporta e nos projetos de hotelaria, que atiram o grupo Amorim Luxury para o patamar seguinte nos negócios.