Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
O candidato à Presidência da República abre o livro sobre o divórcio com Patrícia Poppe, mãe dos seus quatro filhos. "Ainda hoje o considero um dos grandes fracassos da minha vida", confessa na autobiografia 'Porque Sou Liberal', reconhecendo a mágoa de que a missão política e a vida pública o levaram ao falhanço de poder vir a ser, tal como o Presidente Marcelo, mais um Chefe de Estado sem Primeira Dama. Mas afinal o que destruiu o casamento? Para isso é preciso recuar aos tempos da TVI...
Com a corrida à Câmara de Lisboa já na reta final, conheça Alexandra Leitão, a aluna a quem Marcelo Rebelo de Sousa anteviu um percurso brilhante, que pode roubar o trono a Carlos Moedas na principal autarquia do País mas que, no fim do dia, é uma mulher com os dramas de tantas outras...
É um avô babado, que se diz cheio de energia e continua a adorar praia e bodyboard. Em Vilamoura, onde passa os verões com a família, o candidato à Presidência da República, que se tornou popular como comentador de política na SIC, recebeu a FLASH! e deixou-se fotografar na intimidade. Falou de tudo sem tabus e diz ao que vai se for eleito. Esta é a primeira entrevista aos vários candidatos à Presidência. Marques Mendes, na primeira pessoa.
O Presidente da República arbitrou um jogo de futebol entre crianças da escola das escolas da Obra das Irmãs Franciscanas em Neves, São Tomé e Príncipe.