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O bebé presidencial mais fofo do pós 25 de Abril: Miguel Eanes, o menino que andou de mão dada com um Papa, virou surfista e acabou pai e farmacêutico

O bebé presidencial mais fofo do pós 25 de Abril: Miguel Eanes, o menino que andou de mão dada com um Papa, virou surfista e acabou pai e farmacêutico

Foi o único bebé presidencial a nascer e crescer no Palácio de Belém. As fotos em família mostram bem o pequenote que todos os portugueses acarinhavam. Privou com reis, andou ao colo de rainhas e princesas e de mão dada, feliz e contente, com o Papa João Paulo II em maio de 1982. Foi estrela numa visita à Grande Muralha da China em 85, com sete anos, mas desde que a 9 de março de 1986 deixou o Palácio pouco se sabe sobre ele. Foi surfista, com direito a penteado estiloso e as madeixas loiras da praxe, virou farmacêutico, casou com uma engenheira ambiental e provavelmente já atendeu na farmácia do Freeport, em Alcochete, muitos dos leitores deste artigo.
O momento mais aguardado por Marcelo Rebelo de Sousa, que fecha a porta de Belém sem saudades e com um profundo desgaste pessoal

O momento mais aguardado por Marcelo Rebelo de Sousa, que fecha a porta de Belém sem saudades e com um profundo desgaste pessoal

Numa altura em que o país escolhe o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente dos afetos despede-se de um cargo que carrega anos de um peso emocional grande, que o desgastou a todos os níveis. Desde o polémico caso das gémeas luso-brasileiras, que levou ao corte de relações com o filho Nuno, que o chefe de Estado tem perdido exuberância, contando os dias para deixar Belém. "A mágoa está na cara dele em permanência", admite o amigo Pedro Santana Lopes.
A vida díspar de André Ventura, que quis ser padre, desistiu por amor e hoje protagoniza as grandes polémicas políticas que irritam até a própria mãe

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Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.

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