Numa altura em que o país escolhe o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente dos afetos despede-se de um cargo que carrega anos de um peso emocional grande, que o desgastou a todos os níveis. Desde o polémico caso das gémeas luso-brasileiras, que levou ao corte de relações com o filho Nuno, que o chefe de Estado tem perdido exuberância, contando os dias para deixar Belém. "A mágoa está na cara dele em permanência", admite o amigo Pedro Santana Lopes.
Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.
Cardeal português edita o seu sétimo livro, 'Para os Caminhantes Tudo É Caminho'. A obra foi apresentada na Universidade Católica de Lisboa. "Este é um livro para todos", diz à Flash.
Tem um nome todo pomposo: Vasco de Mello e Abreu Pereira Coutinho e é descendente do marquês de Soydos. Mas títulos nobiliárquicos à parte, foi a imitação da 'Tia Bli' que trouxe o sucesso ao influenciador digital... que um dia quis ser padre.