O presidente francês, Emmanuel Macron, interrompeu uma apresentação na Universidade de Nairobi, esta segunda-feira, para chamar à atenção membros da plateia que conversavam durante o evento. O momento aconteceu durante um fórum empresarial realizado no Quénia.
Algo nunca visto: os reis de Inglaterra afinal já não vão cumprir a visita oficial a França que estava prevista para o próximo domingo. Os protestos contra o casal real subiram de tom e a sue segurança não poderia ser assegurada.
Parecia uma simples celebração da vitória eleitoral, mas na verdade era alta política. O presidente Macron, no último mandato, quer construir o mito de homem simples, do povo, decidido a unir a França e os franceses.
Ao fim de poucas semanas de violência, o presidente de França fez uma comunicação ao país, pela televisão, que constitui um exemplo perfeito de como um político não deve gerir uma crise como esta.
Os rumores sobre a alegada homossexualidade do presidente francês não são novos, mas a verdade é que a primeira-dama francesa sofre com o falatório e não gosta de ver o nome do marido envolvido com o de Mathieu Gallet, o suposto amante de Macron.