É o único acusado do homicídio de Rosalina Ribeiro, viúva do milionário Tomé Feiteira, mas apesar de todas as provas e evidências que o ligam ao crime, Duarte Lima mantém-se em liberdade. Agora, há novas condicionantes que podem comprometer o julgamento do empresário português e deixá-lo cada vez mais longe das grades.
Excessos de velocidade apanhados por alguns dos 34 radares entre o antigo Hotel Sofitel, no Rio de Janeiro, e a estância turística de Maricá, a 70 quilómetros de distância, colocam o ex-advogado e ex-dirigente do PSD no local do crime, na véspera e no dia do assassinato de Rosalina com dois tiros. Depois de andarem meses e meses a investigar pistas falsas dadas pelo suspeito, como a da ficcionada Gisele, eis que o ex-político se trai e pede uma faturinha do carro alugado. Tramou-se. Os contornos de uma história que dava um "policial".
Há mais um político português que pode estar a caminho da prisão. Depois de Armando Vara é agora a vez de Duarte Lima enfrentar uma pena. E não é pelo crime ainda em investigação no Brasil...