Em pleno furacão de escândalos na sua vida pessoal graças ao julgamento do filho, Marius, à sua relação com Jeffrey Epstein e aos seus graves problemas de saúde, a futura rainha da Noruega recebeu palavras amigas do pai do marido.
Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
Sofia Alves enfrentou um dos períodos mais difíceis da sua vida: um tumor nos ovários, uma cirurgia de urgência e uma menopausa precoce que chegou de forma abrupta. Longe dos holofotes, a atriz viveu dias de medo e incerteza.
Enquanto a mãe, Naidilley Pinto, estava inconsciente, o rapaz de nove anos descreveu tudo o que estava a acontecer sem nunca perder a calma. O comovente áudio da conversa com o operador do INEM tornou-se viral nas redes sociais esta quarta-feira. "Fiquei extremamente orgulhosa e grata, porque sinto que ele me salvou a vida", disse agora Naidilley.
João Moura Caetano e Luíza Abreu falaram sem reservas sobre a gravidez que os une e que consideram uma verdadeira “benção”. O casal revelou detalhes da descoberta, da reação das famílias e do adiamento do casamento.
Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.