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Espanhóis em choque: Rei Juan Carlos assume amante em evento público

O rei emérito de Espanha, casado há 55 anos com a rainha Sofia, já não esconde as traições e deixou-se filmar com Marta Gayá, sua atual amante, durante uma festa. Isto depois de ter sido revelado que tinha tido mais de 5 mil amantes.
Por Isabel Laranjo | 14 de agosto de 2017 às 09:12
Juan Carlos, 79 anos de idade, deixou-se de pudores. O rei emérito, a quem já foram apontadas 5 mil amantes, ao longo da vida, aparece agora, de forma assumida, com a atual mulher que lhe faz companhia, a decoradora maiorquina Marta Gayá, de 68 anos.

O rei emérito e a decoradora tiraram 10 dias de férias, bem longe de familiares, amigos e da imprensa espanhola, sempre atenta a todas as movimentações das realezas e outras celebridades.

FÉRIAS NA IRLANDA COM A AMANTE

Em Maiorca, os vizinhos estranharam a ausência de Marta Gayá e o facto de a sua casa estar completamente fechada e o seu barco ancorado na marina local. Dias depois surgiu a explicação. Estava com o rei emérito na Irlanda e o casal de amantes foi filmado, durante um evento público.

Juan Carlos, pai do atual rei Felipe VI, e Marta Gayá viajaram a convite de um casal amigo: Allen Sanguinés-Krause, antigo homem-forte da Goldman Sachs Iberoamérica, e da sua mulher, Lorena. Este casal retribui a simpatia de Marta Gayá, que já os tinha recebido em Maiorca.

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O rei emérito foi, desta forma, a grande ausência nas férias familiares deste verão, precisamente naquela ilha espanhola, onde o atual rei Felipe VI foi fotografado com a mulher, as filhas e a mãe, D. Sofia.

Quem também esteve ausente foi a Infanta Cristina e o marido, Iñaki Urdangarin, agora mais discretos após o escândalo judicial em que se envolveram.

JUAN CARLOS ZANGADO COM O FILHO

Em Espanha, comenta-se que o rei emérito ficou particularmente aborrecido por não ter sido convidado para a cerimónia dos 40 anos das primeiras eleições democráticas. O convite deveria ter partido, naturalmente, do filho, Felipe VI. 

Recorde-se que o rei emérito foi o responsável pela transição do franquismo para a democracia, em 1975, tendo tido, portanto, um importante papel na história contemporânea do país vizinho.

Sentido com a situação, terá então perdido as reservas em ser visto com a atual amante, até porque no reino sabe-se que o seu casamento com a rainha emérita é uma mera formalidade.

O rei repete esta amante, com quem já teria estado, alegadamente, em 1990, quando se terá dito, sobre Marta: "Nunca fui tão feliz".






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