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"Casal de vigaristas": As duras acusações, que descrevem Harry como "preguiçoso" e Meghan uma "adolescente má" e agora voltam à tona

Biógrafo da princesa Diana refere que o casal queria o tapete estendido em Hollywood, mas recebeu mais hostilidade do que louvores. Na Califórnia, foi acusado de querer ganhar dinheiro sem trabalhar e conduta de Meghan para com os funcionários deixou muito a desejar.
Rute Lourenço
Harry e Meghan Markle enfrentam novas acusações de preguiça e má conduta
Harry e Meghan Markle enfrentam novas acusações de preguiça e má conduta Foto: D.R.

Meghan Markle e o príncipe Harry estão no centro de todas as atenções, depois do surpreendente anúncio do regresso ao Reino Unido. Para muitos, foi uma completa surpresa, para outros, apenas a constatação daquilo que há muito se afigurava como uma dura realidade: o casal não foi acolhido como imaginava em Hollywood, houve sempre uma certa hostilidade em relação ao par e, mesmo depois de ter conseguido assinar acordos milionários com a Netflix e Spotify, o seu trabalho seria descrito como um flop.

Numa análise à revista 'Lecturas', o biógrafo da princesa Diana, Andrew Morton, recorda que Meghan e Harry não se conseguiram impor longe da família real e recorda o momento em que, rompido o acordo com a Spotify, um dos responsáveis os chamou de "casal de vigaristas". "Foi um comentário duro, sobretudo tendo em conta que o podcast de Meghan, Archetypes, teve uma boa audiência e contou com convidadas de grande notoriedade, como a sua amiga e tenista Serena Williams e Mariah Carey. Ainda assim, o Spotify dispensou-a depois de apenas 12 episódios", recordou Morton, detalhando como o príncipe Harry se perdeu em ideias que nunca conseguiu concretizar.

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"Muitas das propostas do casal, especialmente as do príncipe Harry, nunca passaram de e-mails ou cartas. Depois de uma sessão de brainstorming, Harry teve a ideia de fazer um programa em que discutissem religião com o Papa ou de contactar líderes mundiais como Donald Trump, Vladimir Putin ou o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, para falar sobre a forma como as experiências da infância os tinham transformado nos homens que são hoje. Também lhe ocorreu fazer um podcast sobre paternidade, algo que deixou os executivos frios e perplexos, levando-os a questionar-se sobre em que planeta vive o príncipe. Em Hollywood perceberam que o casal é 'muita parra e pouca uva': falam muito, mas na realidade não têm nada que sustente as suas propostas."

Harry "preguiçoso" e Meghan "bully"

Uma das reportagens em que o casal saiu mais visado partiu da revista Vanity Fair, que publicou um longo artigo sobre Meghan e Harry intitulado de 'Golpada Americana', para o qual contactaram diversas fontes próximas dos Sussex, que não foram particularmente generosas ao falar sobre os dois.

De acordo com as pessoas entrevistadas que conviveram de perto com os duques desde que eles se mudaram para os EUA em 2020, Harry tem pouco interesse em trabalhar e Meghan é uma 'bully' com atitudes de "adolescente má". Esta última parte, de resto, tem sido várias vezes falada na imprensa nos últimos tempos, embora Meghan já tenha negado as alegações dos seus ex-funcionários.

A revista foca-se em alguns dos negócios do casal, entre os quais com a Spotify, que se estima que terá rendido 20 milhões de dólares a Harry e Meghan. Em troca desta quantia, o casal tinha de produzir vários podcasts.

Três anos depois de assinar contrato, o casal produziu apenas dois: um especial de Natal e 'Archetypes', apresentado por Meghan que discutia estereótipos contra mulheres e que durou apenas... 12 episódios. E, mesmo assim, de acordo com fontes da revista, este 'Archetypes' só aconteceu por pressão da Spotify, já que nem Harry nem Meghan teriam dado início voluntariamente a nenhum projeto.

De resto, esta informação parece coincidir com as declarações de outras pessoas citadas, que dão conta de que Harry tem "pouco interesse" em trabalhar.

"[Harry] parece o tipo de pessoa que estaria feliz em trabalhar para projetos de caridade o resto da vida e estaria feliz se Meghan ganhasse todo o dinheiro e ele não tivesse que o fazer", afirmou uma fonte.

"Acho que ele provavelmente gostaria de ser deixado em paz, sem estar preocupado com dinheiro. Não acho que ele queira ser famoso como Meghan quer", atirou outra, referindo-se aos compromissos oficiais da realeza a que Harry estava habituado.

Apesar das palavras pouco simpáticas sobre Harry, a verdade é que a revista deixou as maiores "afrontas" para Meghan Markle, que volta a ser acusada de bullying. Fontes citadas pela revista dizem que a duquesa de Sussex tem "um padrão de comportamento" em relação aos empregados: no início é muito calorosa mas, com o passar do tempo, torna-se fria e começa a tentar culpá-los de tudo o que corre mal.

"[Meghan] pode ser mesmo, mesmo horrível. É muito doloroso", afirmou uma pessoa. Outra fonte compara as atitudes da antiga atriz às de uma "adolescente má" e até há quem garanta que alguns ex-funcionários tiveram mesmo de recorrer a terapia depois de trabalharem com Meghan.

Acusações que voltam à tona, agora que o casal está novamente no centro de todas as atenções pelo regresso ao Reino Unido.

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