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Mãe de "Marie" teme orientação sexual da filha e lança farpas à televisão: "Não exagero se disser que 90% são homossexuais"

Isabel Pinheiro explica porque temeu que a filha se tornasse gay. Acha que ela já não é virgem. Receia os pensamentos da filha e dispara contra a banalização da orientação sexual: "Hoje parece que se quer impingir a homossexualidade. Parece que isso é que é normal".
Por João Bénard Garcia | 19 de junho de 2022 às 18:16
A nova (velha) vida de La Vie Marie depois do BB Famosos
La Vie Marie
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A mãe da famosa 'tiktoker' "Marie" explica todas as razões para o medo que sentiu de que a filha tivesse uma orientação sexual diferente da sua e se tornasse homossexual. Questionada ainda diretamente sobre se acha que a filha ainda é virgem, reage: "Não sei se a minha filha ainda é virgem. Acho que não. Ela fecha-se em copas sobre a fase em que foi para Lisboa e por isso não sei o que aconteceu".

Isabel Pinheiro esclarece, contudo, que os seus receios de que a filha Maria Manuela, ou Nelinha, como era tratada a famosa 'tiktoker' na zona da Póvoa Varzim, se tornasse gay tinham a ver com o contacto com as colegas dos grupos de dança que a filha frequentava. "A parte da homossexualidade foi porque ela tinha um grupo na dança onde normalmente há sempre esses miúdos diferentes. No grupo de dança dela tinha muitos homossexuais", declara.

A progenitora da ex-concorrente do 'Big Brother Famosos 2', na TVI, acaba por reconhecer que o tema da orientação sexual se banalizou, dá um exemplo e lança uma crítica. "Hoje em dia isso torna-se tão banal. Basta ir ao mundo da televisão. Acho que não estou a exagerar se disser que 90% dos que aparecem são homossexuais", salienta, criticando: "Hoje em dia parece que se quer impingir a homossexualidade. Parece que isso é que é normal".

A FILHA QUE EXIGE UMA GINÁSTICA MENTAL E QUE ASSUSTA A MÃE

Isabel Pinheiro conta ainda quando se deu a grande transformação na vida da filha. "Quando ela aos 15 anos começou a mudar de visual as coisas descambaram. A partir das artes ela começa a pintar e a escrever poemas. Começou a pintar as paredes do quarto, o teto, o chão, a cabeceira da cama. Pintava tudo de branco e eu chegava a casa e apanhava cada susto", relata.

A moradora na aldeia de Estela, na Póvoa de Varzim, que há 20 anos deu à luz uma menina chamada Maria Manuela, que criou o seu mundo mágico ao estilo de Emília, a heroína da antiga série infantil brasileira 'Sítio do Picapau Amarelo', conta que "Marie" "desenhava as paredes todas, escrevia poemas. Coisas lindíssimas que eu até duvidava que tinham sido da lavra dela. Eu lia-os para tentar entendê-la. Para perceber o que se passava na cabeça dela. Ela tem uma linguagem que não se entende logo. Uma filha assim exige uma grande ginástica mental".

MEDO DOS PENSAMENTOS SUICIDAS, COMO JÁ REVELOU NAS REDES SOCIAIS

A mãe revela ainda que "Marie" "passou por várias fases: foi Lolita, hippie, ia para escola cheia de brilhantes. Depois houve uma fase em que foi um bocado exagerado. O quarto dela era uma bagunça total. Pintou móveis, cama, paredes, chão, teto. Mas pintou para aí umas dez vezes", recorda, manifestando receio pelas consequências do que a filha transmite: "Tenho medo dos pensamentos suicidas de que ela fala. Temos medo por causa do olhar perdido dela. A gente assusta-se. Escrevia muitas coisas a falar de morte, de mágoa. Nas pinturas dela expressa sentimentos. Tudo o que escreve é muito triste".

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Eis uma das criações de La Vie de Marie




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