Dimitri Payet, médio francês de 38 anos, já teve melhores dias na sua longa carreira. Mesmo se considerarmos a desilusão de ter perdido em casa a final do Euro 2016, frente a Portugal - num jogo onde lesionou Cristiano Ronaldo aos 31m - nada se compara com as graves acusações de que é alvo por parte da brasileira Larissa Ferrari.
O atual jogador do Vasco da Gama está a ser investigado pelas autoridades do Brasil depois de ter sido acusado pela advogada, de 28 anos, com quem teve uma relação de perto de seis meses, de violência física, psicológica e sexual. Na queixa que fez à polícia do Paraná, Larissa Ferrari explicou: "As primeiras agressões foram em dezembro de 2024. Após uma discussão por causa de uns bilhetes de futebol ofendeu-me bastante e usou pressão psicológica."
E acrescentou, sem medo das palavras: "A partir desse dia, comecei a sentir-me violada emocionalmente. Durante as relações sexuais, começou a bater-me, a pisar-me a cara e o corpo. Eu ficava com receio de dizer alguma coisa. Sabia que, se não aceitasse, poderia perdê-lo. Então acabava por aceitar...".
Larissa, que o jogador conheceu através das redes sociais, contou ainda que os problemas psicológicos de que sofria eram do conhecimento do internacional francês e que este começou a aproveitar-se disso. "Sabia dos meus problemas e começou a usar isso contra mim. Convenceu-me a colocar a cabeça no lixo, na sanita, obrigou-me a beber a minha própria urina. E outras bizarrices sexuais...".
Payet deverá ser ouvido pelas autoridades nos próximos dias, onde terá de explicar as imagens publicadas por Larissa nas redes sociais onde são visíveis marcas de graves agressões.