Aos 39 anos de idade, Lionel Messi chora a perda do pai, Jorge Messi, que morreu após vários meses num estado de saúde particularmente delicado. De acordo com informações adiantadas pela revista espanhola 'Lecturas', o "desenlace fatal" acabou por ser confirmado pelos médicos, que atribuíram a morte a "complicações próprias do seu estado de saúde".
Assim que a trágica notícia foi conhecida, o craque argentino viajou de urgência dos Estados Unidos para a sua terra natal, Rosario, acompanhado pela mulher, Antonela Roccuzzo, e pelos três filhos do casal. Na Argentina, esperava-os a restante família, envolvida numa "dor indescritível".
O velório e as cerimónias fúnebres de Jorge Messi decorreram no cemitério El Prado, em Rosario. Com a previsão de uma enchente popular e dada a dimensão pública e o fervor à volta do internacional argentino, as autoridades policiais locais montaram um forte dispositivo de segurança e emitiram alertas de restrição, com a proibição de drones para evitar devassas da vida privada da família de Lionel Messi.
Segundo a 'Lecturas', as forças de segurança reforçaram em comunicado à comunicação social presente no local: “Pede-se que adequem a cobertura à normativa vigente, para evitar que possa afetar a intimidade de familiares, próximos ou outras pessoas presentes".
A morte do pai do capitão da seleção argentina gerou uma imediata vaga de comoção internacional. Desportistas de várias áreas do desporto, como o tenista Rafael Nadal, bem como os antigos clubes onde o internacional jogou e inúmeras personalidades da sociedade e do futebol mundial, multiplicaram-se em mensagens de apoio. Todos quiseram "acompanhar o astro argentino na sua dor".
Vale a pena recordar que o estado de saúde do pai do jogador já vinha a degradar-se há bastante tempo, tendo chegado a especular-se sobre um possível desfecho trágico durante o Mundial de 2026, rumor que na altura foi desmentido pela própria família. Desta vez, porém, o pior confirmou-se, com a família Messi a pedir reserva e respeito neste momento de luto.