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Quem Quer Namorar com o Agricultor?

Agricultora da SIC que posou nua e tem filmes íntimos e atrevidos na net diz-se discriminada "Pediram-me para mudar o nome"

A agricultora de ‘Quem Quer Namorar com o Agricultor?’, da SIC, explicou o que a levou a trabalhar num espaço noturno em França, que confessou ter gostado, porque podia ser "a Marie dançarina".
20 de setembro de 2022 às 15:19
A agricultora sexy que já foi capa da Playboy e acabou detida no México
Marie Brethenoux, Quem Quer Namorar com o Agricultor, SIC
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Marie Brethenoux, agricultora do ‘Quem Quer Namorar com o Agricultor?’, da SIC, voltou a falar sobre a sua discriminação no mercado de trabalho, após ter posado para uma marca de roupa interior quando tinha 18 anos. Em entrevista no programa ‘Júlia’, Marie não conseguiu disfarçar a mágoa pela forma como era tratada em entrevistas de emprego para a sua área, o marketing.

"Se têm dois perfis que uma pessoa tem uma imagem e está nas revistas, menos aceite, e tem outra que na Internet está tudo bonito, está tudo direitinho, vão escolher uma pessoa que tem um perfil mais credível", começou por referir a luso-francesa, acrescentando: "Como não arranjei trabalho, também não queria estar sem fazer nada, entrei mais na área onde eu estava, de usar o meu corpo, a minha imagem, porque sabia que aí ia ter trabalho, já conhecia os códigos. [O nu integral] foram as oportunidades que foram aparecendo".

"Muito rapidamente, desliguei-me do marketing, porque percebi que nunca ia ser levada a sério. Tive entrevistas de emprego em que me atiravam mesmo à cara… houve uma em que me aceitaram mas disseram-me que tinha de mudar de nome, eu disse que não queria estar a trabalhar para um patrão a quem ia dar o meu tempo para isso", explicou.

Marie garantiu ainda que não era bem remunerada nas produções que fazia para revistas masculinas, mesmo para nomes grandes da área como a ‘Penthouse’ ou a ‘Playboy’: "Para mim, fazer uma capa era quase eu que me estava a oferecer". A agricultora declara que nunca quis descurar os estudos: "Eu comecei a fazer animação noturna aqui em Portugal, com 17 anos, porque era o mais fácil para mim, porque conseguia à mesma estudar e só trabalhava ao fim-de-semana, porque como sempre quis estudar, porque queria mostrar aos meus pais que conseguia ter o diploma".

"Quando cheguei a França, não encontrei trabalho na minha área, sabia que havia um clube em Paris onde recrutavam meninas para dançar. (…) Dançava quatro ou cinco noites por semana, durante quatro anos e meio dediquei-me completamente, já não tinha vida. Eu não conhecia Paris: trabalhava à noite, acordava e ia treinar para o ginásio, ia a casa comer e ia trabalhar. Eu vivia com a minha mãe nesta altura, ela sabia perfeitamente. Ela sabia que eu saía, voltava às horas, sabia que era um trabalho. Eu adorei este trabalho. Nunca fui explorada, somos pagas às danças que fazemos, correu-me muito bem. Eu gostei muito, estava no meu mundo, estava no mundo da noite, durante esses anos encarei o papel da Marie dançarina, o da sensualidade", concluiu.

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