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Afinal havia, desde setembro de 2013, um plano secreto de Bárbara Guimarães, de 43 anos de idade, para pôr fim ao casamento com o ex-ministro socialista da Cultura. A apresentadora da SIC não expulsou Manuel Maria Carrilho por impulso de casa no dia 18 de outubro de 2013, a mesma data em que este viajou de Paris e, chegado a Lisboa, tinha a fechadura do apartamento mudada e os pertences divididos entre a bagageira do carro estacionado em Lisboa e uma casa da quinta de família em Viseu.
Segundo avançou ao tribunal a testemunha Rogério Leitão, padrinho de Carlota, de 6 anos, filha de Bárbara e Carrilho, a apresentadora da SIC equacionou vários cenários, alguns deles inimagináveis e até escandalosos para a opinião pública, como abandonar a casa e os filhos. Quem o disse foi Rogério Leitão, testemunha ouvida esta semana em tribunal.
"Todos os cenários estiveram em cima da mesa e todos foram ponderados. Esteve tudo em aberto: avançar com o divórcio sem sair de casa; sair de casa com filhos, sem filhos. Considerámos que a melhor solução, para manter a sanidade da Bárbara e das crianças, foi a que tomou, a que mais a salvaguardava", clarificou ao tribunal Rogério Leitão, que assumiu ter aconselhado Bárbara no plano três semanas antes de ser posto em prática.
Mais um escândalo a alimentar esta história que apaixona a opinião pública há 3 anos e meio, que envolve um divórcio conturbado e um dramático processo judicial contra Manuel Maria Carrilho, de 65 anos de idade, arguido acusado dos crimes de violência doméstica e difamação.
Leia a história na íntegra na edição da revista 'TV Guia' que chega às bancas esta sexta-feira, 17 de março.