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Opinião

Cláudio Ramos é "irritantemente vaidoso e arrogante"! Saiba quem diz isto sobre o apresentador da TVI

O colega de Cristina Ferreira nas manhãs da estação de Queluz de Baixo não é um nome que deixe as pessoas indiferentes, como se percebe através da opinião de um conhecido escritor.
Por FLASH! | 01 de março de 2026 às 20:40
Cláudio Ramos é "irritantemente vaidoso e arrogante" mas também é "autêntico" e "inteligente"
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
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Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos
Cláudio Ramos

Cláudio Ramos divide opiniões. Ou se gosta ou não se gosta. Não é de meio-termos. Não é "morno". E desde que se mudou para a TVI  saltou para a ribalta do mediatismo. Hoje, é um nome que faz parte dos apresentadores com mais destaque da televisão portuguesa.

Assim, não é de estranhar que Luís Osório lhe tenha dedicado um dos seus habituais 'Postal do Dia' onde lança a seguinte questão: "O que Cláudio Ramos tem de especial?". A resposta é dada pelo próprio escritor que começa por enumerar as razões que fazem do apresentador alguém especial.

"Entre as estrelas da televisão portuguesa poucos conseguem dividir tanto as águas como Cláudio Ramos. Ganhou estatuto fazendo o contrário do que era suposto. Politicamente incorreto quando o mundo pede certinhos que não façam ondas. Não excessivamente simpático quando todas as figuras públicas precisam de o ser. Acintosamente sincero e sem filtros quando isso, regra geral, se paga caro", começa por escrever Osório.

E continua a sua linha de raciocínio: "Cláudio Ramos desarma com a autenticidade. E é inteligente na gestão da intimidade, o público acredita saber tudo dele, mas pouco se sabe da sua vida. Vemo-lo a dançar em casa. Vemo-lo em cuecas, percebemos que é centrado em si e no seu corpo, que é irritantemente vaidoso e arrogante, ouvimo-lo falar de coisas que provam proximidade, mas se pensarmos bem, Cláudio mostra pouco de si – apenas a superfície. É extremamente hábil nesse jogo de máscaras", opina Osório.

"A sua homossexualidade deixou de ser um assunto embora ele saiba que é um assunto", sublinha o também jornalista para prosseguir: "Teve coragem em assumi-lo quando existia a possibilidade de perder com a revelação – Manuel Luís Goucha era um farol, mas era impossível compará-los quando Cláudio o revelou. Goucha tinha uma relação de muitos anos, estava num outro patamar e era mais velho… de uma idade em que tudo se suporta melhor. Cláudio, não. Tinha uma filha, saíra de um casamento, era demasiadamente jovem, demasiadamente livre, demasiadamente irritante na sua autodeterminação. Tinha tudo para correr mal."

Luís Osório termina: "Não correu.E admiro-o por isso. Mas a sua vida, acredito, não é um passeio no parque. Basta que aconteça alguma polémica ou que diga qualquer coisa que pareça inócua… como… 'estou a sentir-me muito cansado, preciso de umas férias'… basta isto para ser inundado com insultos, ameaças e baba de gente cuja vida depende do vício da maldade. Gosto de reconhecer a diferença. Gente que não é igual à maioria. Gente que arrisca e que perde quase sempre. Cláudio Ramos ganhou. E tem coragem. Não é condição que possa ser desprezada."

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