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Parece que Marine Rousseau e Marc Ballabriga já desistiram da estratégia de insanidade mental, que terão combinado durante a viagem entre Fátima e Palmela - e que foi ouvida por um militar da GNR que é fluente em francês.
Depois de terem chegado ao Tribunal de Setúbal com Marine a cantar em alta voz e Marc a gritar coisas como "amo-vos" e "Armagedão", o comportamento do casal francês é agora bastante diferente, desde que, este sábado, foram enviados para dois estabelecimentos prisionais em prisão preventiva.
Marine Rousseau está na Prisão de Tires, em Cascais, e, segundo o que uma fonte prisional revelou à SIC... já não canta. A SIC Notícias revelou que a mãe das crianças abandonadas ficará os primeiros dias isolada da população prisional, sozinha, numa cela e em período de observação.
Já o companheiro e padrasto dos meninos, "está calmo, obediente e em silêncio", também segundo relato da SIC. Uma vez que a cadeia de Setúbal estava sobrelotada, Marc Ballabriga foi transferido para a prisão anexa à polícia judiciária em Lisboa, considerada mais segura, onde também está isolado.
Caso venham a ser condenados pelos crimes de que são acusados - ofensa à integridade física agravada e exposição ao abandono - ainda não se sabe se irão cumprir as penas em Portugal ou em França.
As autoridades francesas já tinham emitido um mandado de detenção europeu a pedir a extradição do casal devido à denúncia do pai biológico das crianças, que reportou o seu desaparecimento na semana passada.
No entanto, segundo o Correio da Manhã, é pouco provável que as autoridades portuguesas aceitem esta extradição, se se entender que a Justiça portuguesa tem competência territorial num crime cometido no nosso País.
Segundo as regras, os dois franceses devem ser julgados e cumprir pena pelos crimes que cometeram em Portugal e só depois serão julgados em França pelo crime que cometeram nesse país - o crime de subtração de menores.