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É oficial. Marcelo já tomou decisão: "Estado de emergência termina no dia 2 de maio"

"Espera-se que, no futuro, não seja necessário recorrer de novo ao estado de emergência. Se for, ponderaremos", assegurou Presidente.
28 de abril de 2020 às 13:44
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Marcelo
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu que a terceira fase da pandemia de covid-19 em Portugal será de "controlo da situação", com aquilo que é uma "retoma por pequenos passos". O Chefe de Estado, o primeiro-ministro, representantes de partidos e parceiros sociais reuniram-se esta terça-feira, em Lisboa, com especialistas para analisar a situação epidemiológica da covid-19, antes de o Governo anunciar as medidas de "reabertura" do país.

"A retoma por pequenos passos e a preocupação permanente de controlo da situação são inseparáveis", disse. "O Estado de Emergência cessa a vigência no dia 2 à meia noite. Espera-se que, no futuro, não seja necessário recorrer de novo ao estado de emergência. Se for, ponderaremos", assegurou. 

Aos portugueses, Marcelo recordou, porém, que "o fim do estado de emergência não é o fim do surto". "Os portugueses estão muito lúcidos", defendeu o Chefe de Estado, para quem "não há facilitismo" na decisão de iniciar o desconfinamento. Cada um dos "pequenos passos" que forem decididos será "avaliado permanentemente", elucidou.



Portugal regista, esta terça-feira, 948 mortos associados à covid-19, mais 20 do que os números revelados na véspera. Há 24.322 infetados pelo novo coronavírus, mais 295 casos em relação aos números apresentados na véspera. 

A pandemia de covid-19 já provocou perto de 211 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios.  Mais de 818 mil doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Bélgica, Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

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