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Depois da morte de Rogério Samora, provocada por uma paragem respiratória em julho de 2021, tem sido o primo, Carlos Samora, a tomar decisões sobre o património do falecido ator.
Por isso, Carlos já adiantou para onde serão endereçados os bens que pertenciam ao primo: "A paixão do Rogério era ter tido filhos. Ele sempre quis adotar uma criança, mas há uns 25 anos, quando se falou disso pelo primeira vez, a legislação não permitia a adoção monoparental. Por isso, quando aconteceu o que aconteceu e quando nós percebemos qual seria o destino do meu primo, eu falei com uma amiga em comum, que está dentro desses assuntos e disse-lhe que o que houvesse era para dar a uma instituição de crianças", revelou à ‘Nova Gente’.
Paulo, o irmão de Rogério Samora está desaparecido, acreditando Carlos que "já não está entre nós". Por isso, este último tomou a decisão de ficar com a casa onde Rogério residia: "Pago tudo. O valor do aluguer, a empregada que lá vai fazer a limpeza, a luz, a água, o telefone… tudo. Porquê? Porque eu vou comprá-la. Ele tinha opção de compra e eu quero-a para mim. É uma casa que diz muito à nossa família, onde passámos bons momentos com o Rogério. Quero comprá-la por uma questão sentimental. Está tudo alinhavado com o proprietário", acrescentou.
Carlos Samora frisou ainda que as contas de Rogério permanecem bloqueadas, não obstante a autorização que recebeu para as gerir, explicando que se deve ao facto de a instituição bancária continuar a pedir mais documentos. "Estou a gastar dessas minhas reservas, mas não quero chegar ao ponto de meter o cabeça no cepo", disse.