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André Silva, de 25 anos, vivia uma vida mais reservada comparativamente com Diogo Jota, e portanto, pouco se sabia sobre o seu entorno mais pessoal. Tal como o irmão, também ele era futebolista e mantinha um romance há já alguns anos com uma jovem enfermeira que lhe arrebatou o coração na juventude.
Paula Conceição Calvelhe Trigo foi a imagem da dor quando caminhou em lágrimas abraçada ao caixão do namorado que morreu na sequência de um aparatoso acidente de viação, na A52, em Cernadilla, Zamora, que ocorreu no dia 3 de julho do ano passado quando os dois irmão viajavam de Portugal para Inglaterra.
Quase um ano após a tragédia que marcou para sempre a vida dos mais próximos de Diogo Jota e André Silva, sabe-se através do livro de José Manuel Delgado, 'Diogo Jota. Nunca Mais é Muito Tempo', que o irmão do internacional português "tinha a sua fé, lia a Bíblia e ia uma vez por ano a Fátima".
"Pouco antes de partir, confidenciou-me: 'Quero ir a Fátima antes de começar a época'. Acabei por ir só eu com o senhor Joaquim e a dona Isabel [os pais de André Silva]. Fomos concretizar o desejo do André", revelou Paula Trigo ao autor da biografia.