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Rui Oliveira, marido de Goucha, fala sobre os relacionamentos que teve com mulheres e do momento em que quase foi pai

O companheiro do apresentador da TVI afirmou ainda que já pensou em adotar uma criança e revela o que o impediu de seguir com a ideia da paternidade.
03 de junho de 2022 às 18:29
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Rui Oliveira, marido de Manuel Luís Goucha, revelou que teve relações heterossexuais no passado, e que, numa delas, chegou mesmo quase a ser pai, ainda jovem. Questionado esta sexta-feira por Júlia Pinheiro, no seu talk show da SIC, sobre se estas relações haviam sido sérias, Rui Oliveira respondeu: "Sérias, sérias não foram… Uma foi de amante", disse, rindo-se.

"Fui amante de uma colega minha. Éramos muito amigos e depois apaixonámo-nos e tínhamos ali um relacionamento. Era casada e não queria divorciar-se. Tive de facto depois um relacionamento com uma portuguesa", afirmou, sendo que esta primeira terá acontecido durante o tempo em que viveu na Bélgica.

Já sobre a forma como encara a sexualidade, declarou: "Acho que todos nós nascemos bissexuais. (…) Normalmente namorava com raparigas. Quando estou em relações com as pessoas, o que conta é o bom entendimento e a boa energia entre nós, não faço distinção entre se é um homem ou uma mulher. Não tinha aquilo de só querer namorar com raparigas."

"Estive para ser pai. Considerava que não devíamos assumir uma criança na altura, porque tínhamos de nos preocupar primeiro com a capacidade financeira com a estabilidade. E depois pensámos com calma, éramos jovens, tínhamos muita coisa ainda pela frente e portanteo era uma responsabilidade logo ali que nos obrigava a estar um bocado limitados", revelou.

Os momentos hilariantes de Goucha com o marido
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
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Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira Nunes

"Ela foi ao planeamento familiar tratar da situação e ainda bem que o fez, porque havia a probabilidade de o primeiro bebé dela poder vir com uma deficiência, porque havia uma incompatibilidade de sangue. Tive de ir à farmácia comprar uma injeção que me prescreveram, para ser administrada ali e no planeamento familiar é que fizeram tudo", continuou.

Júlia Pinheiro questionou ainda sobre se foi um tema no qual pensava com frequência: "Eu pensei no lado positivo, ainda bem que isto aconteceu. A partir daí nunca mais pensei. Pensei mais tarde, eu e o Manuel Luís, mas já era muito tarde. (…) Mesmo que fôssemos adotar uma criança já na infância, o problema era mais que o Manuel Luís é uma pessoa que se entrega muito ao trabalho. À noite já tem de estar tudo calmo e ele a descansar. Era impossível para ele, imagina uma criança com uma otite…", concluiu, entre risos.

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