Cláudia Campo parece ter chegado à conclusão de que já não precisa de se levantar todos os dias para ir trabalhar. Aquilo que Jorge Nuno Pinto da Costa lhe deixou em testamento é suficiente para levar uma vida desafogada sem ter de se preocupar com o final do mês.
Assim, a bancária despediu-se da instituição bancária onde trabalhava há anos. Avança a revista 'Nova Gente' que sair do banco foi também uma forma da viúva "se proteger" da curiosidade alheia.
Depois da morte do marido, Cláudia Campo passou a ser dona do luxuoso T3 do antigo presidente portista, na zona das Antas, avaliado em meio milhão de euros, herdando ainda dois carros de luxo: um Jaguar e um Audi. Além disso, tem ainda direito a uma pensãode viuvez vitalícia.
O valor dessa pensão é uma incógnita, mas pouco depois da morte de Pinto da Costa chegou a ser noticiado que este poderia superar os cinco mil euros, deixando Cláudia numa simpática condição de vida.
Depois, há ainda movimentações bancárias denunciadas pelo filho de Pinto da Costa – Alexandre – que acusa a viúva de ter desviado património e exigindo-lhe 3,7 milhões de euros, o dinheiro que acredita ter herdado extra testamento do pai.