O tafetá de seda foi o material ao qual Diogo Miranda deu primazia para esta colecção que se pode dizer se caracteriza por uma grande sensualidade, exuberância e sofisticação, tal como é o trabalho de Bourdin, um dos mais conceituados fotógrafos de moda. As peças que se apresentaram na passerelle não passam despercebidas, especialmente pelas mangas exageradas, os folhos e laços volumosos e decotes que de tão grandes deixam os ombros provocantemente a descoberto. Das cores destacam-se os pastéis, mas também o azul céu e o preto. O criador, que celebra 10 anos de carreira, faz questão de homenagear todas as mulheres que acompanham a marca ao longo de todo este tempo.