Decorreu esta sexta-feira a tomada de posse do novo Conselho de Estado. Além de nomes como Marcelo Rebelo de Sousa, André Ventura e Carlos César, fazem também parte três mulheres, duas delas estreantes.
D. José Tolentino Mendonça continua a somar influência no Vaticano. O Papa Leão XIV acaba de nomear o cardeal português para o Dicastério para a Comunicação.
Conhecida pelo seu ritmo frenético e por nunca estar quieta, a 'senhora televisão' confessa que encontrou finalmente um motivo para colocar o mundo em pausa.
A imagem pública da atriz que dava vida a Carrie – a mundialmente adorada protagonista da icónica série dos anos 90 'O Sexo e a Cidade' – tem vindo a ser profundamente manchada pelos atritos com os colegas de elenco.
O mestre da elegância e do bom gosto morreu ontem aos 93 anos. Aquele que foi seu companheiro de vida e de negócios homenageou o estilista italiano com uma curta mas muito emotiva mensagem.
Ruy de Carvalho mantém-se internado após um ligeiro AVC. Viúvo há 18 anos, o ator nunca refez a sua vida amorosa mas também não ficou "insensível ao amor".
Foi jornalista, escritora, bióloga e investigadora científica, mas no final da vida atormentava-a que isso tudo se tivesse eclipsado em prol de dois momentos decisivos: o caso de plágio e a exposição em que se deixou fotografar pelo então marido durante o orgasmo. Caída em desgraça, exilou-se no Alentejo, onde tentava libertar-se dos seus demónios. "Se eu não fosse capaz de rir na face das minhas desgraças, já tinha enlouquecido há muito tempo", desabafou sobre o que lhe aconteceu, assumindo, no entanto, que o peso de tudo a assoberbava. Foi casada três vezes, mas nenhum dos romances vingou. Salvou-se a amizade com o segundo marido, com quem adotaria os seus dois rapazes, o seu último reduto de amor numa vida de curvas e contracurvas.
É a própria que o conta. Da falta de carinho dos pais e das situações de abusos que marcariam para sempre a sua relação com os homens, nasceria uma força e resiliência que levaram sempre a escritora a dar o próximo passo em frente. Numa conversa intimista, Luísa abre o coração a Duarte Siopa sobre os seus anos mais duros que, no entanto, fariam de si a pessoa que é hoje. Com uma carreira televisiva que iniciou aos 46 anos, o primeiro livro publicado aos 50 e o grande amor conhecido na segunda metade da vida, deixa a mensagem de que nunca é tarde para se começar... e ser-se feliz.