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Era humilde e quase não tinha brinquedos! A história de Marcelo Rebelo de Sousa: do início de vida na cave dos pais às aventuras nas casas do amigo rico

Era humilde e quase não tinha brinquedos! A história de Marcelo Rebelo de Sousa: do início de vida na cave dos pais às aventuras nas casas do amigo rico

Maria das Neves, assistente social e mãe do nosso ex-Presidente da República, decidiu que ter brinquedos em excesso em casa era "um escândalo". Por isso dava-os aos filhos, depois escondia-os e voltava a dá-los numa outra época festiva. Marcelo cresceu a ver os amigos com brinquedos e ele sem eles. Não sendo rico, conta com otimismo como se safou na infância e na adolescência quando queria brincar: "Continuo a dizer que mil vezes melhor do que ser rico é ter amigos ricos. E eu tive. Assim pude brincar com coisas que de outro modo seria impossível."
Como Marcelo mudou tanto em dez anos! Tomou um banho de realidade e passou de Presidente pop a Chefe de Estado recatado no meio do seu povo

Como Marcelo mudou tanto em dez anos! Tomou um banho de realidade e passou de Presidente pop a Chefe de Estado recatado no meio do seu povo

Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
A nódoa no fim da campanha na segunda-feira negra de Cotrim de Figueiredo a 'apagar fogos' entre Ventura e as acusações de assédio por antiga assessora

A nódoa no fim da campanha na segunda-feira negra de Cotrim de Figueiredo a 'apagar fogos' entre Ventura e as acusações de assédio por antiga assessora

Se o dia começou mal para João Cotrim de Figueiredo por causa das declarações sobre o apoio a André Ventura, só tenderia a piorar com as duras palavras de uma antiga assessora, que não poupou nos detalhes para descrever o alegado assédio do político. "Nunca vou esquecer as várias vezes em que bloqueei quando me disse: 'Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo'". O candidato foi rápido a reagir, mas a nódoa incrustava-se rapidamente numa campanha que, até aqui, parecia imaculada. Contas feitas, como fica a popularidade do político depois do dia de todas as polémicas?
Tudo começou há 25 anos. Como os destinos brilhantes de Cláudio Valente e Nuno Loureiro se cruzaram no Técnico e levariam ao desfecho fatal

Tudo começou há 25 anos. Como os destinos brilhantes de Cláudio Valente e Nuno Loureiro se cruzaram no Técnico e levariam ao desfecho fatal

Cláudio estava há vários anos nos Estados Unidos, onde o sucesso de Nuno o colocava de frente com tudo aquilo que poderia ter sido e não foi. Dos dois alunos de Física brilhantes que se tinham cruzado há 25 anos no Técnico apenas um vingou. O caso resultou num brutal homicídio, que agora os investigadores norte-americanos analisam à lupa para encontrar motivos que o possam explicar. Professores portugueses recordam uma personalidade quezilenta. "Ele era conflituoso com os colegas. Achava-se mais inteligente do que os colegas."

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