Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
O actor de 63 anos senta-se esta terça-feira no banco dos réus, no Tribunal de Torres Vedras, acusado de violência doméstica, violação de domicílio e perturbação da vida privada contra a ex-namorada, Frederica Lima. Audiência decorre à porta fechada.
O apresentador tem sido alvo de muitos comentários desagradáveis, especialmente depois de se ter mostrado em fato de banho no Brasil, onde foi passar o Carnaval.
Depois do encerramento do Alma no Chiado, o chef Henrique Sá Pessoa inaugura, no Páteo Bagatela, um novo restaurante homónimo, combinando sofisticação, menus de degustação e um ambiente intimista que promete marcar a gastronomia lisboeta.