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Como Nuno Morais Sarmento enfrentou a morte de frente. Passou por 12 cirurgias, esteve dois anos internado e chegou a despedir-se dos filhos, mas nunca desistiu: "Se alguma vez baixei os braços? Não"

Como Nuno Morais Sarmento enfrentou a morte de frente. Passou por 12 cirurgias, esteve dois anos internado e chegou a despedir-se dos filhos, mas nunca desistiu: "Se alguma vez baixei os braços? Não"

Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
O mundo em 2025: O adeus a Francisco Pinto Balsemão, que abriu a porta a uma revolução na família

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O eterno patrão do Grupo Impresa morreu em outubro, aos 88 anos, deixando os cinco filhos a braços com a realidade difícil da empresa, que enfrenta grandes desafios. Com o acordo com os italianos, a fusão com a família de Silvio Berlusconi promete mudar tudo, mas Francisco Pedro, o caçula que tomou as rédeas do negócio do clã, mostra-se sem medos, afirmando que tudo fará para honrar a memória do seu pai. Perante a cola que agora falta à família, Tita, a última mulher de Balsemão, honra o estatuto de rainha-mãe.

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