Os príncipes William e Harry viveram uma das maiores dores das suas vidas. A morte da mãe uniu os dois irmãos de uma forma que parecia impossível de quebrar. Durante anos, foram inseparáveis... hoje, nem se falam.
Se surgirem dificuldades neste regresso ao Reino Unido, os duques de Sussex não deverão encontrar uma mão estendida para os ajudar. Pelo menos do lado do rei Carlos III e do príncipe William.
A morte do monarca deixou a realeza europeia de luto. Várias Casas Reais fizeram questão de prestar homenagem ao monarca norueguês e recordar o seu legado.
Antes de Juan Carlos, Sofía apaixonou-se por Harald, o rei da Noruega que acaba de morrer. Um amor que ficou pelo caminho quando Sonja entrou na vida do então príncipe.
Sempre politicamente corretos, em relação a Meghan e Harry, Kate e William não conseguem ultrapassar os ressentimentos nem a mágoa em relação ao passado. O casal não esquece e não pretende dar passos em falso em relação àquilo que já se fala poder ser o "novo golpe" dos Sussex.
O país cantarolava os seus temas orelhudos, as pessoas brincavam com a singela música 'Playback', mas uma colisão frontal contra um camião destruiu tudo em segundos.
Seis anos depois de deixarem o país, Harry e Meghan regressaram a Inglaterra. Com eles, Archie e Lilibet. Uma mudança preparada durante meses, mas que está envolta em controvérsia. Os Sussex reúnem, neste momento, poucas simpatias entre os britânicos.
Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.