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O pesadelo do rei Carlos III e do príncipe William nunca mais acaba. Agora é a tia e ex-cunhada Sarah Ferguson acusada de ter tido 'amizade colorida' com o rapper P. Diddy e de levar uma das filhas às polémicas festas orgias e drogas do rapper. A notícia caiu que nem uma bomba nos meios mais conservadores britânicos. O historiador e biógrafo real Andrew Lownie garante agora que a ex-mulher do ex-príncipe André mantinha uma relação muito próxima com o rapper norte-americano P.Diddy, que se encontra preso e está a ser julgado de vários crimes, entre os quais suspeitas de várias mortes.
Para este biógrafo da realeza, Sarah Ferguson terá mantido uma relação íntima com Sean Combs, mais conhecido como Diddy. As revelações surgem no livro 'Entitled: The Rise and Fall of the House of York' e foram destacadas este fim de semana pelo jornal britânico 'Daily Mail'. Segundo fontes citadas pelo autor, a ex-mulher do amntigo príncipe André terá desenvolvido uma secreta 'amizade colorida' com o músico após ambos se conhecerem numa festa, em 2002, organizada por Ghislaine Maxwell, a namorada cúmplice de Jeffrey Epstein.
A alegada relação entre Sarah Ferguson e P. Diddy terá começado em 2004 e se prolongou-se durante vários anos. Um antigo parceiro de negócios do rapper terá confirmado ao biógrafo a proximidade entre os dois intervenientes. O livro refere ainda que Sarah Ferguson apresentou as filhas, princesa Beatrice e Princesa Eugenie, ao artista norte-americano e que chegou mesmo a levar Eugenie, à época com 16 anos, a uma das famosas festas organizadas por Diddy, conhecidas por "freak-offs" que envolviam consumo de drogas e encontros sexuais prolongados.
"As festas de Sean eram selvagens. O facto de ela ter levado Eugenie era alarmante", terá afirmado uma antiga fonte ligada à monarquia britânica. A mesma fonte destacou ainda que Diddy e Sarah se encontravam em hotéis luxuosos em viagens pela Europa e em África: "Uma vez, ficaram num hotel de sete estrelas que custava mais de 50 000 libras por noite. Não poupavam despesas", terá avançado a mesma fonte.
Outra das alegações avançadas na obra 'Entitled: The Rise and Fall of the House of York' é que Sean Combs se gabava da proximidade com Sarah Ferguson e alegadamente comentava que aguardava ansiosamente pelo momento em que as filhas da duquesa atingissem a maioridade. Diddy está a cumprir uma pena de quatro anos e dois meses de prisão por transporte para fins de crianças e jovens para prostituição, com libertação prevista para abril de 2028, apesar de continuar a ser acusado de muitos outros crimes que ainda não foram julgados.