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O País tem um novo Presidente da República, e por isso o Estado tem um posicionamento diferente sobre a vida pública. Vem esta reflexão a propósito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado domingo passado.
A data foi consagrada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1993, e, desde aí, o exercício do jornalismo livre tem-se degradado na generalidade das sociedades ocidentais. Esta degradação ocorre, sobretudo, devido ao advento dos extremismos políticos, da desinformação e das redes sociais, que proporcionam a expansão permanente de mensagens erradas, potenciadoras da incultura e que instigam o ódio. No ano passado, as estatísticas oficiais apontam para a morte, em todo o mundo, de perto de 130 jornalistas no exercício da sua atividade.
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi a data escolhida pelo Chefe do Estado para defender, sem meias palavras, que a “liberdade é o fundamento da democracia. E a Liberdade de Imprensa é uma das suas expressões mais exigentes – porque não se limita a existir, tem a obrigação de incomodar. Uma imprensa livre é, por definição, um contrapoder. Uma voz que questiona, que investiga, que não se dobra ao poder nem se rende ao aplauso fácil. Uma voz fundamentada, independente e, quando necessário, incómoda. ”
Numa altura em que se multiplicam discursos retrógrados contra o escrutínio dos poderes pelo jornalismo livre, a importância desta mensagem presidencial justifica o elogio e obriga todos os espíritos livres a propagarem-na, por forma a levarem estas palavras tão longe quanto possível.
Informação
Campeão
A festa do título encheu a cidade do Porto e levou festejos a todo o País, através dos adeptos portistas. O facto de a liga ter sido muito desequilibrada, com vencedor antecipado há muito tempo, não ensombrou a celebração.
Programação
Abril é TVI
Um mês atribulado para a empresa, com críticas ao triângulo amoroso criado para puxar pelo reality show, e com a crise-Cristina Ferreira ao rubro, acabou, mesmo assim, com a vitória da TVI. Quando forem contabilizadas as gravações, o mais certo é a SIC voltar à liderança, mas este resultado dá algum tempo à gestão do canal. É preciso parar para pensar.
A Subir
André Villas-Boas
Introduziu um estilo novo no clube, mesmo que a prática, por vezes, o contrarie. É o grande obreiro dos novos sucessos do clube.
A Subir
José Eduardo Moniz
Consegue fazer a síntese de diversas contrariedades e manter o canal à tona, liderando os consumos em direto. Não deve ser fácil.
A Descer
Rodrigo Guedes de Carvalho
Saiu a terreiro para criticar Cristina Ferreira, mas dá a sensação de ser já fora de tempo. A intervir, devia tê-lo feito mais cedo.