De um encontro fortuito numa festa nasceria um romance vivido às escondidas entre Eliza, modelo brasileira, e Bruno Fernandes, então popular guarda-redes do Flamengo. Ele prometia que a ia assumir a relação em breve, mas foi quando a modelo disse que estava grávida que tudo descambou. Foi estrangulada, esquartejada, com os restos mortais a serem atirados a cães da raça Rottweiler. Quinze anos depois, o crime que chocou o Brasil e o mundo já foi retratado num documentário para a Netflix e esta semana conheceu estranhos desenvolvimentos com o passaporte da falecida jovem a aparecer em Portugal.
Resgatado em 1992 e mantido desde então num tanque de betão em San Clemente del Tuyú, na Argentina, Kshamenk tornou-se símbolo da polémica sobre orcas em cativeiro.
O ator era acusado de crimes de importunação sexual, coação sexual, violação, sequestro, coação agravada, ofensa à integridade física simples, injúria e dois crimes de ameaça agravada de uma mulher, de nome fictício 'Maria', que alegava ter sido mantida em cativeiro durante 24 horas.
Numa altura em que um dos seus trabalhos o lança, inadvertidamente, para a ribala, ator fecha-se em copas preparando-se para o julgamento do caso em que é acusado de nove crimes sexuais, que tem início em outubro. Uma polémica que o fez arredar-se do lado mais mediático, desaparacendo de cena e falhando, inclusivamente, a gala em que o esperava uma distinção.
Advogada tinha apenas 41 anos e vivia na Austrália. Morte foi comunicada pela família através de um comunicado em que salienta o facto de Virginia não ter suportado o fardo dos abusos sexuais de que foi alvo às mãos de vários poderosos quando ainda era menor de idade.