Com apenas cinco e três anos, Barthelemy e Zacharie foram vendados pela mãe e pelo padrasto e abandonados à sua sorte dentro de uma mata. Em França, o pai já teria dado o alerta para o desaparecimento das crianças.
Regressámos ao circo habitual. Aos arranjinhos de poder, às promessas disparatadas, ao delírio de alianças evidentes ou escondidas, aos pomposos discursos devidamente usados para sacudir a água do capote, às proclamações vagas, muitas delas sem sentido, ao apelo às emoções mais básicas, às acusações fúteis, à descoberta da frase assassina que se espera sem réplica.