São as celebridades de um setor cheio de anónimos que também fecham as portas dos seus restaurantes e perdem tudo. As dívidas, os preços elevados dos pratos em espaços de cozinha de autor, a fuga dos clientes e uma suposta crise na restauração estão a fazer tombar os cozinheiros televisivos mais famosos.
Em 2009, falido, cheio de dívidas e depois de noites em que dormiu num banco de jardim, conseguiu reerguer-se e reabriu o '100 Maneiras' no Chiado. Em 2024, após vários desaires pessoais e empresariais, começou uma travessia no deserto da restauração que culminou agora na venda de todos os seus restaurantes. Perdeu a estrela Michelin, um dos espaços ardeu, deixou escapar um contrato televisivo milionário. Diz que se vai dedicar "à vida no campo".
A irmã da rainha Letizia e o ex-companheiro, Gavin Bonnar, estão no centro de um escândalo em Madrid após acumularem uma dívida de 60 mil euros em rendas e travarem o despejo de uma moradia de luxo no último minuto.
Os bancos não pedem os mais de mil milhões de euros de volta. O famoso empresário madeirense não tenciona pagá-los. O assunto continua a ser empurrado com a barriga e é uma verdadeira 'Never ending story (história interminável)'. Ele, e os seus 'sócios', são os autores do segundo maior escândalo financeiro do século, depois da queda do BES pela mão de Ricardo Salgado. Agora são os filhos, Renato e Cláudia Berardo, mais os netos, que pediram ao tribunal para os livrar de terem de pagar com o seu património as dívidas do patriarca da família.
O "joalheiro dos famosos" está no centro de um furacão judicial. Eugénio Campos foi constituído arguido no processo ‘Máfia das Falências’, suspeito de delapidar património para fugir ao pagamento de dívidas, num escândalo que coloca o seu divórcio com Rosa Maria sob o escrutínio.
Falida e enterrada em dívidas, a diva espanhola vê a ‘Cantora’, mansão que dividiu com Paquirri e que lhe calhou em herança, ser vendida a um preço muito abaixo daquilo que vale.