Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
O empresário tauromáquico português Rui Bento Vasquez viveu momentos de verdadeiro terror no México, ao ficar encurralado numa vaga de tiroteios, estradas bloqueadas e carros incendiados após a captura de “El Mencho”, líder de um dos cartéis mais violentos do país.
O ex-líder do CDS/PP, Francisco Rodrigues dos Santos, revisita derrotas, confronta divisões internas e fala sobre a transformação pessoal e política que o afastou de rótulos. Entre vitórias silenciosas, aprendizagens com fracassos e o ajuste de contas com o passado, garante que nunca abandonou a base humanista que sempre o guiou: humanismo, dignidade e defesa dos mais vulneráveis permanecem como sua bússola.
Viúva começa a reerguer a sua vida com passos sólidos, tendo nos três filhos a sua força, prioridade e pilar. Depois da angustiante dor dos primeiros meses, que a paralisou, são as crianças que a impelem a agir para concretizar sonhos que também eram de Diogo Jota e que Rute quer tornar reais.