Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
Há novos desenvolvimentos do caso em que Inês Bichão acusa João Cotrim de Figueiredo de assédio sexual no trabalho. Antiga assessora da Iniciativa Liberal diz que a denúncia não é de agora, que relatou o sucedido ao próprio partido e que vai avançar com uma queixa na Justiça. Enquanto 30 mulheres se juntaram para defender o político, houve outras que vieram a público dizer que há um ano e meio a advogada lhes pediu ajuda, relatando aquilo que tinha vivido no trabalho.
A partida de Irene da Grécia é um duro golpe para a mãe do rei Felipe VI. Não perdeu apenas uma irmã, mas também a sua melhor amiga e a mais fiel das confidentes.