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Como Nuno Morais Sarmento enfrentou a morte de frente. Passou por 12 cirurgias, esteve dois anos internado e chegou a despedir-se dos filhos, mas nunca desistiu: "Se alguma vez baixei os braços? Não"

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Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
Desconsolo e desamparo! Os dias negros da rainha Sofia que hoje é uma mulher (ainda mais) triste e sozinha

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Presa a um marido e a um casamento que só existe no papel. Três filhos que enfrentam os seus próprios dramas pessoais e que, por isso, mal têm tempo para ela. Fracassada na tentativa de ter uma família unida. E a viver num país que nunca sentiu como seu, tanto que mal fala castelhano. Este é o cenário que Sofia, a grega, enfrenta desde que perdeu no espaço de apenas um mês os seus dois apoios mais fiéis: a prima, a princesa Tatiana Radziwill, e, sobretudo, a irmã mais nova, a sempre presente princesa Irene.
A impressionante batalha de Nuno Morais Sarmento contra a doença, que o obrigou a deixar, de novo, o trabalho depois de 12 operações

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Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
A vida díspar de André Ventura, que quis ser padre, desistiu por amor e hoje protagoniza as grandes polémicas políticas que irritam até a própria mãe

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Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.
Como tudo azedou! A vingança final de José Castelo Branco, que desenterra história do roubo de milhares de David Motta ao próprio pai

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Zangam-se as 'comadres', desenterram-se as verdades... A guerra entre José Castelo Branco e David Motta descambou num enorme lavar de roupa suja em praça pública, com histórias do passado a serem desenterradas. Do macabro homicídio a mando de Maria das Dores, que chocou o País, ao 'assalto' do designer à conta do pai, o ainda marido de Betty Grafstein não deixa nada por dizer e promete fazer cair, um por um, todos os segredos do antigo amigo, que agora não pode ver à frente.

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