As terríveis imagens daquele 3 de julho de 2025 perseguem-na desde então. Agora, a viúva de Diogo Jota dá pormenores mais pessoais de tudo o que aconteceu nas horas que se seguiram ao acidente que ceifou a vida aos dois irmãos, Diogo Jota e André Silva.
Juntos há quase duas décadas e com uma filha em comum, a apresentadora e o antigo futebolista vivem separados por mais de 350 quilómetros, mas lutam diariamente pela relação, que resiste feliz. Noiva há mais de dez anos, Diana Chaves admite que não faz planos para a boda e que encara este assunto como tudo na sua vida: sem pressão e com a naturalidade de quem tem consciência de que um papel assinado nada vai mudar nas dinâmicas dos dois.
Nove meses depois da tragédia que ceifou a vida ao jogador português e ao irmão, André Silva, a viúva de Jota e os pais enlutados aceitaram regressar àquele fatídico dia de julho, para um livro de homenagem ao craque. Da despedida feliz, depois de umas férias emotivas, ao momento em que perceberam que algo estava mal, familiares falam pela primeira vez sobre o dia em que começou o maior pesadelo das suas vidas. "A minha cabeça parou ali", recordou Rute.
O ex-futebolista assistiu a uma atuação da banda do filho, Cruz, que é músico, e não conteve a emoção devido aos mediáticos atritos com o filho mais velho, Brooklyn, que cortou relações com toda a família.
Depois de ter chegado a Londres como uma superestrela, o burburinho mediático acalmou para Gyökeres, que tem encontrado consolo na ex-companheira de quem voltou a estar próximo. Há esperança para o namoro, que começou em Alvalade.
Depois dos meses mais duros e de uma apatia inerente e necessária ao luto, a viúva de Jota tem tido um renascimento lento, sendo que, além dos filhos, foi precisamente nas paixões do marido que encontrou um renovado sentido para viver.