Morreu dois dias depois do marido, o aiatola Ali Khamenei, mas quase nada se sabe sobre a sua vida. Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh foi a mulher invisível do homem mais poderoso do Irão. Quem era, afinal, a figura que permaneceu nas sombras do poder mais rígido do Médio Oriente?
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Depois de Espanha, Países Baixos, Irlanda, Eslovénia e Islândia terem anunciado que não vão participar na edição de 2026 devido à insistência da organização de manter o país que mantém o conflito em Gaza, o cantor decidiu também ele juntar-se à onda de protesto e boicotar a Eurovisão.
Sofia Aparício foi uma dos quatro portugueses que participaram na flotilha humanitária que tentou furar o cerco a Gaza e descreve agora o que passou às mãos das autoridades israelitas.
Tiago Dores, que recusou juntar-se a Ricardo Araújo Pereira, Diogo Quintela e Miguel Góis no podcast do grupo, virou à direita e é agora comentador político das redes sociais.