Antes de subir ao altar com a Doña Sofia, o jovem Juan Carlos viveu uma paixão avassaladora no Estoril por María Gabriella de Saboia, a princesa que recusou o trono espanhol em nome da sua própria liberdade.
Além de baronesa, continua a ser o rosto do Museu Thyssen de Madrid. Contudo, nunca contou com a simpatia da mulher de Juan Carlos I que fez de tudo para a manter afastada da sociedade espanhola, como revela Pilar Eyre.
Em plena ofensiva da ETA, cada passo de Felipe VI na faculdade era vigiado ao detalhe. Entre cães polícias e agentes infiltrados com fatos de treino, é revela agora a operação invisível para proteger a vida do atual rei de Espanha.
Não há choque nem supresa. Não há sequer uma corrida às livrarias nem a imprensa tem dado muito importância à obra de Joaquín Abad, 'Los novios de Felipe VI: La corona y los hombres que pasaron por su vida'. A razão para este desinteresse de 'nuestros hermanos' tem uma razão de ser e nós dizemos-lhe qual é.
Laurence Debray, a confidente mais próxima de Juan Carlos I, fez revelações inesperadas sobre a condição atual do antigo monarca, deixando claro que a realidade entre portas é bem diferente do que muitos imaginavam.
O incidente, em que o filho da infanta Elena ficou ferido, lembrou inevitavelmente a família real espanhola da tragédia que matou o infante Alfonso, de 14 anos, em 1956. O seu irmão mais velho, Juan Carlos, que manuseava a arma no fatídico momento, nunca recuperou do trauma.
O rei emérito foi homenageado em França, mas o brilho das medalhas não escondeu o vazio familiar. Pilar Eyre revela que Juan Carlos esperava o apoio do filho e da mulher, mas recebeu um "banho de realidade".
Um novo livro biográfico está a fazer tremer a monarquia espanhola ao revelar detalhes inéditos sobre a intimidade de Felipe VI. Entre romances escondidos com empresários e triângulos amorosos com cantores famosos, a obra de Joaquín Abad expõe a "vida dupla" do monarca que a Zarzuela tentou silenciar durante décadas