Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Há oito anos, Pedro Passos Coelho renunciava ao cargo de deputado e fechava a porta política para apoiar a mulher, Laura, no inferno do cancro. Depois da morte da fisioterapeuta, honrou a promessa de estar ao lado da filha menor, enquanto dele dependesse, e fechou-se num casulo familiar. Hoje, com o clã organizado, dá cada vez mais sinais de estar pronto para voltar e, na última terça-feira, 24, declarou-se como uma voz crítica do Governo e não deixou nada por dizer. Da vida de recato ao furacão político, conheça a nova vida do antigo primeiro-ministro.
Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
Aumentam os rumores em relação à saúde física e cognitiva do presidente dos Estados Unidos que, aos 79 anos, parece dar sinais de alguma instabilidade.
Na semana em que é eleito o próximo Presidente da República, Marcelo tem-se mostrado a fazer aquilo que, no fundo, é a sua essência: a conversar com as pessoas que perderam tudo nas zonas mais afetadas, deixando palavras de incentivo e também duras críticas ao Governo. A visita à Zarzuela, onde iria encontrar-se com os reis de Espanha, acabou adiada devido à situação de calamidade do País.
Mette-Marit mergulha em depressão profunda após ver o seu nome associado ao do pedófilo Jeffrey Epstein. Apesar das desculpas públicas, nada consegue atenuar a mancha, que se espalha sobre a vida da princesa da Noruega, que além de ter visto o filho ser preso, sofre com uma séria condição de saúde, que progride de forma galopante, e faz com que precise de um transplante de pulmão para sobreviver.
O Presidente da República conta as horas para a despedida do Palácio de Belém e tomar novamente as rédeas da sua vida. Entre os seus planos mais pessoais estarão resolver os respingos que as polémicas trouxeram para os seus dias, e que dividiram a família, e recuperar o prazer do contacto com os alunos. À sua espera tem uma nova e já delineada vida na Califórnia.
Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
Estrela brasileira vence prémio com 'O Agente Secreto' e lembra tempos difíceis que se vivem, dedicando a estatueta em todos aqueles que continuam a lutar para manter os seus valores e fazendo uma verdadeira ode ao Brasil.