A escritora teria visto o seu contrato de arrendamento chegar ao fim, sofria com queixas dos vizinhos e mostrava a sua tristeza por ter de se mudar para a Casa do Artista. Os mais próximos revelam agora o caos emocional em que vivia a bióloga nos últimos meses, e que os fazem ter mais perguntas do que respostas em relação à morte da romancista, cuja partida continua envolta em mistério.
Afinal, há uma cidadã nacional entre as vítimas do incêndio que destruiu o bar Le Constellation, na estância de esqui suíça de Crans-Montana, na noite da passagem de ano.
"Foram elas quem tornou possível eu continuar a viver depois de perder tudo", escreveu Clara Pinto Correia sobre as três irmãs, que ficaram ao seu lado, mesmo depois de perder quase tudo. Apesar da solidão em que vivia, na última parte da sua vida, foi o amor de Margarida, Rosário e Teresa que tantas vezes a salvou.
Ultimamente, a mulher de Emmanuel Macron só faz manchetes pelos piores motivos. O vídeo polémico em que surge a insultar feministas após um protesto é apenas mais uma das controvérsias...