Mette-Marit mergulha em depressão profunda após ver o seu nome associado ao do pedófilo Jeffrey Epstein. Apesar das desculpas públicas, nada consegue atenuar a mancha, que se espalha sobre a vida da princesa da Noruega, que além de ter visto o filho ser preso, sofre com uma séria condição de saúde, que progride de forma galopante, e faz com que precise de um transplante de pulmão para sobreviver.
Foi o único bebé presidencial a nascer e crescer no Palácio de Belém. As fotos em família mostram bem o pequenote que todos os portugueses acarinhavam. Privou com reis, andou ao colo de rainhas e princesas e de mão dada, feliz e contente, com o Papa João Paulo II em maio de 1982. Foi estrela numa visita à Grande Muralha da China em 85, com sete anos, mas desde que a 9 de março de 1986 deixou o Palácio pouco se sabe sobre ele. Foi surfista, com direito a penteado estiloso e as madeixas loiras da praxe, virou farmacêutico, casou com uma engenheira ambiental e provavelmente já atendeu na farmácia do Freeport, em Alcochete, muitos dos leitores deste artigo.
Quando a mulher subiu ao púlpito para lhe dizer “amo-te”, Luís Marques Mendes deixou ver o homem por detrás do político. Da advocacia aos corredores do poder, do comentário político em horário nobre à candidatura presidencial, o candidato da AD construiu um percurso feito de escolhas difíceis, riscos assumidos, mesmo quando isso o obrigou a estar mais afastado da família e dos filhos.
Família real da Noruega abre o jogo sobre situação clínica da princesa que, aos 52 anos, viu a sua condição de saúde degradar-se ao ponto de precisar de uma cirurgia extrema.
Nos últimos 15 anos de vida, o cantor dos Queen escreveu 17 diários que veem agora a luz do dia expondo o lado mais luminoso mas também o mais obscuro e sombrio da vivência de um dos mais notáveis artistas musicais da história. Os escritos desfazem mitos e criam outros, mas vieram instalar uma nova polémica. E que polémica!
Começou por ser bailarino, passou dez anos na televisão, mas acabaria por ser dispensado da TVI sem um telefonema, num gesto que apelidou de "falta de humanidade". Hoje, é precisamente desse lapso de empatia que o acusam quando se dirigiu a um Nuno Markl em recuperação para tecer juízos de valor sobre o AVC que sofreu. Anti-vacinas e com ideias bastante vincadas, assume que cultiva o amor próprio por não o ter tido numa infância de privações, mas o seu discurso causa mais crispação do que ondas de carinho. O 'decorador' que agora é coach e tem em Joana Marques o seu ódio de estimação.