Terminou esta quinta-feira, 19, o julgamento em que o filho da princesa Mette-Marit é acusado de 38 crimes. Depois do relato arrepiante da ex-namorada, o jovem pediu clemência, mas há muito que se transformou no "monstro" da Noruega, com as polémicas a agastarem a saúde frágil da mãe, que precisa desesperadamente de um transplante de pulmão.
Um ano depois do escândalo em torno do processo de tráfico de droga que o levou a perder muito do que tinha, o artista tenta reerguer-se, cortando com um passado recente que se tornou tóxico. Nas redes sociais, apagou tudo o que está para trás e mostra apenas o que está disposto a fazer a partir de agora. A namorada também se afastou do burburinho mediático, fazendo apenas uma pausa para uma mensagem enigmática.
Mette-Marit mergulha em depressão profunda após ver o seu nome associado ao do pedófilo Jeffrey Epstein. Apesar das desculpas públicas, nada consegue atenuar a mancha, que se espalha sobre a vida da princesa da Noruega, que além de ter visto o filho ser preso, sofre com uma séria condição de saúde, que progride de forma galopante, e faz com que precise de um transplante de pulmão para sobreviver.
Foi o único bebé presidencial a nascer e crescer no Palácio de Belém. As fotos em família mostram bem o pequenote que todos os portugueses acarinhavam. Privou com reis, andou ao colo de rainhas e princesas e de mão dada, feliz e contente, com o Papa João Paulo II em maio de 1982. Foi estrela numa visita à Grande Muralha da China em 85, com sete anos, mas desde que a 9 de março de 1986 deixou o Palácio pouco se sabe sobre ele. Foi surfista, com direito a penteado estiloso e as madeixas loiras da praxe, virou farmacêutico, casou com uma engenheira ambiental e provavelmente já atendeu na farmácia do Freeport, em Alcochete, muitos dos leitores deste artigo.
Quando a mulher subiu ao púlpito para lhe dizer “amo-te”, Luís Marques Mendes deixou ver o homem por detrás do político. Da advocacia aos corredores do poder, do comentário político em horário nobre à candidatura presidencial, o candidato da AD construiu um percurso feito de escolhas difíceis, riscos assumidos, mesmo quando isso o obrigou a estar mais afastado da família e dos filhos.