Esqueça as passadeiras vermelhas: os novos protagonistas da capital usam coleira, respondem por Billy e Betsy e acabam de receber a "estrela" de operacionais na elite do resgate canino.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
No seu regresso à Rádio Comercial, o humorista fez um relato exaustivo de tudo o que se passou na passada quinta-feira e de como se apercebeu que algo não estava bem: "Acabei a arrastar-me para o chão... parecia bêbado".
Um casal russo (ele de 32 anos, e ela de 37), esteve pelo menos 12 horas retido numa escarpa, situada entre as praias da Adraga e do Cavalo, no concelho de Sintra. Só na manhã deste sábado é que o salvamento ocorreu, após ambos terem sido vistos, em aflição, por várias testemunhas.