A notícia está a correr mundo. Um empresário português de 59 anos apareceu morto no estômago de um crocodilo de quase cinco metros de comprimento e 500 quilos de peso. A família, natural da ilha da Madeira, ainda não acredita que os pedaços de carne e ossos encontrados sejam de Gabriel e vão esperar pelos resultados dos exames de ADN para confirmar se perderam o seu ente querido ou se tudo não passa de um equívoco. As autoridades têm poucas dúvidas pois na mão de um dos braços que apareceram está o anel de Gabriel. A hipótese de crime não está afastada.
Entre resgates de animais e o combate a descargas ilegais, a mais recente operação da PSP em todo o país travou dezenas de crimes contra a natureza e o bem-estar animal.
Esqueça as passadeiras vermelhas: os novos protagonistas da capital usam coleira, respondem por Billy e Betsy e acabam de receber a "estrela" de operacionais na elite do resgate canino.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
No seu regresso à Rádio Comercial, o humorista fez um relato exaustivo de tudo o que se passou na passada quinta-feira e de como se apercebeu que algo não estava bem: "Acabei a arrastar-me para o chão... parecia bêbado".