Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
Os bombeiros espanhóis encontraram neste domingo o corpo de um homem enquanto examinavam os escombros de um bar em Madrid destruído no sábado por uma explosão que deixou 25 feridos.
Raminhos partilhou angariação de fundos, que rapidamente chegou aos 50 mil euros, Nuno Markl ajudou a arrecadar mais de 70 mil e Jessica Athayde ofereceu-se para associar a sua imagem a empresas dispostas a ajudar. Caras conhecidas que colocaram a sua influência ao serviço de um bem maior: dar a mão ao próximo na situação mais devastadora.
Os bombeiros de Wichita, no estado norte-americano do Kansas, resgataram, na quarta-feira, uma condutora que ficou presa dentro do carro durante as cheias. As chuvas fortes que atingiram o centro dos EUA já fizeram pelo menos um morto.
Bilionário inglês tinha convidado um grupo de amigos para celebrar uma conquista judicial a bordo de um iate. Estavam ao largo da ilha italiana da Sicília quando um tornado atingiu o barco. Quem estava no local, conta que foi tudo muito rápido e que em seis minutos a embarcação afundou. Há um morto, seis desaparecidos e os sobreviventes descrevem um verdadeiro terror a meio da madrugada.
O Parlamento merece todos os elogios neste ano de 2023. Está a investigar uma matéria que tem interesse público, com ótima capacidade de reação à atualidade.