O Presidente da República conta as horas para a despedida do Palácio de Belém e tomar novamente as rédeas da sua vida. Entre os seus planos mais pessoais estarão resolver os respingos que as polémicas trouxeram para os seus dias, e que dividiram a família, e recuperar o prazer do contacto com os alunos. À sua espera tem uma nova e já delineada vida na Califórnia.
Príncipe revê-se nas dores de Brooklyn e oferece-lhe conselhos para que ele não cometa erros, que o atiraram para um lugar de depressão. Diz que o filho dos Beckham deve contar a sua verdade com calma e ponderação e adverte-o para os problemas que advêm de virar costas a todo o clã. "Isto é uma espécie de mentoria que nasce das suas próprias cicatrizes", diz uma fonte.
"Escrevo estas palavras com o coração apertado, numa dor que não consigo descrever.
A nossa querida amiga Maria Amaral encontra-se desaparecida desde segunda-feira, e desde esse dia que vivemos num misto constante de angústia, medo e esperança", escreve um amigo nas redes sociais. Mas há muitos mais apelos.
Numa altura em que o país escolhe o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente dos afetos despede-se de um cargo que carrega anos de um peso emocional grande, que o desgastou a todos os níveis. Desde o polémico caso das gémeas luso-brasileiras, que levou ao corte de relações com o filho Nuno, que o chefe de Estado tem perdido exuberância, contando os dias para deixar Belém. "A mágoa está na cara dele em permanência", admite o amigo Pedro Santana Lopes.