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A Eurovisão está a chegar: as guerras de bastidores, as polémicas, os escândalos, e os sucessos que não esquecemos

A poucos dias do início do certamente mais visto na televisão damos-lhe a conhecer as voltas e reviravoltas do certamente que está na sua 66 edição. Este ano Portugal tem Maro a tentar a sorte...
Hugo Alves
Hugo Alves
05 de maio de 2022 às 22:45
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Maro, Eurovisão Foto: Eurovision
Quando começar a ler este artigo fique a saber que faltam poucos dias para sabermos se 'Saudade Saudade', a representante de Portugal pela voz de Maro, consegue passar à primeira semi final da Eurovisão. E depois à final. É que de dia 10 em diante o mundo...vai dar a Turim e à PalaOlimpico onde este ano decorre o certamente...que queiramos ou não é um dos mais assistidos programas no mundo. Só para fazer bem as contas, em média e antes de da pandemia, cerca de 200 milhões de espetadores assistiam anualmente a este certame. Hoje calcula-se que o número se mantenha acrescido pelas redes sociais...em mais ou menos 100 milhões. Coisa pouca...


Mas voltemos a Maro. A esta altura Portugal já realizou o primeiro ensaio, e ao que tudo indica correu bem. No site de apostas contudo Portugal continua em 12 lugar... embora haja uma atenção redobrada com a canção portuguesa, quer pela letra quer pelo staging. Contudo a vitória está por decidir. Para as casas de apostas continua a ser debatida entre a Ucrânia e a Itália. A primeira com o folclórico 'Stephania' dos Kalush Orchestra...o segundo com a dupla Mahmood e Blanco com o tema 'Brividi' que soma e segue em aplausos dentro e fora da arena.

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mahmood brividi Foto: Eurovision
Mas o que viemos aqui contar não são os bastidores desta Eurovisão. Aqui vamos rever muito do que aconteceu ao longo de mais de 66 edições...em especial momentos marcantes...como o que está a acontecer este ano fora do gigantesco pavilhão italiano.


A GUERRA NA UCRÂNIA

Falamos por exemplo da guerra que a Ucrânia trava contra a Rússia, Este tem sido um dos grandes motores deste Eurofestival. Primeiro começou com a escolha da canção que ia representar a Ucrânia. Não era para ser 'Stephania' nem sequer os Kalush Orchestra a chegar a Itália. A canção vencedora do festival local tinha sido 'Tini Zabutyk Predkiv' de Alina Pash. Contudo dois depois de arrecadar a vitória, vários ativistas ucranianos fizeram ver à estação UA:PBC que esta havia infringido uma regra de ouro, imposta na Ucrânia desde 2014: tinha visitado a Crimeia. E isso valeu-lhes a expulsão...e que o segundo classificado fosse à Eurovisão.


De resto a guerra entre a Ucrânia e a Rússia não é novidade e até já aqui contámos como se degladiam nos bastidores. Recapitulamos resumidamente as coisas: Se agora a situação ditou mesmo a expulsão do pais presidido por Vladimir Putin da EBU (a organização que leva a cabo este certame), antes a situação já era periclitante. Desde o momento que a nação russa invadiu a Crimeia que qualquer Ucraniano que quisesse participar no eurofestival não podia ter atuado ali. E isso levou a várias manobras nas escolhas dos artistas, com expulsões pelo meio.

Volodymyr Zelensky protagoniza série de comédia que está prestes a chegar à Netflix Portugal
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky com Olena Zelenska
Volodymyr Zelensky com Olena Zelenska
Volodymyr Zelensky
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Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky com Olena Zelenska
Volodymyr Zelensky com Olena Zelenska
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
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Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky
Volodymyr Zelensky

Por outro lado a Rússia desde 2014, momento que invadiu território que não era seu, quando sobe ao palco não tem sido bem recebida. Aliás, os apupos são frequentes a ponto de em 2018 se ter "inventado" uma forma de os banir com aplausos já pré gravados. Chamam-lhe, numa tradução livre: a máquina anti buuus. Este ano não será precisa e é certa a ovação á participação ucraniana. Relembramos que a banda estava a participar na guerra e teve direito a este miminho por parte do presidente Zelensky.


DRAMA DRAMA DRAMA

Mas esta não é a primeira nem é a única controvérsia que já abalou a Eurovisão. Nada disso... esta foi uma num manjar de dramas, guerras políticas e confusões de bastidores que claro...a FLASH vai explicar. E olhem que há muitas já que o certamente começou em 1956. Quem diria! Na altura, ainda a televisão era a preto e branco apenas participavam a Bélgica, França, a Alemanha (a parte Oeste), a Itália, o Luxemburgo, a Holanda e a Suiça... esta última coroada como a vencedora com a canção 'Refrain' na voz de Lys Assia. O mais engraçado é que da emissão pouco mais resta que alguns minutos. O resto desapareceu...


Falemos então de invasões de palco. Quem esteve na final da Eurovisão em 2018, no Pavilhão Atlântico lembra-se certamente da performance de SuRie mas pouco da canção 'Storm'. Durante a atuação da cantora um homem subitamente saltou para o palco, tirou-lhe o microfone da mão e gritou: "Para os nazis dos media ingleses, exigimos liberdade. A guerra não paz". As inovações tecnológicas contudo conseguiram quase obliterar este momento e SuRie completou a sua atuação, não exigindo como muitos pensaram repetir a performance.

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SuRie invasão Foto: Eurovision

O nome de Portugal de resto está ligado a outra invasão de palco...mas em 1968. A meio do espectáculo, um homem entrou pelo palco dentro para se manifestar contra as ditaduras existentes em Portugal e Espanha, nomeadamente contra Oliveira Salazar e o General Franco. A segurança contudo conseguiu-o apanhar antes de causar mais confusão, tendo os apresentadores dedicado-se a dar espaço a explicar o sistema de votação. Nos anos 90 houve várias tentativas quase todas goradas antes de o participante atuar.


Franco esteve na origem de novo drama nesse mesmo ano. Tudo apontava que fosse vencedor do certamente Cliff Richards e a canção 'Congratulations'. Era a primeira vez que o concurso era emitido a cores e a atuação da mega estrela britânica tinha ofuscado quase todas as outras...mas apenas quase. No final Massiel acabaria por vencer com a canção 'La, La, La' deixando muitos estupefactos. Mais tarde num documentário espanhol, produzido em 2008, ficou mais ou menos aparente que o General Franco havia tentado manipular a votação de alguns países dando mais votos a Espanha do que era suposto. O facto nunca ficou provado, mas a verdade é que durante mais de duas décadas os dois países tiveram relações tensas (ou seja não atribuíam votos um ao outro).

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Lulu

No ano seguinte a controvérsia era outra. Inesperadamente e sem saberem como não um, mais quatro países, arrecadaram a vitória: o Reino Unidos com 'Boom Bang-a-Bang', de Lulu, a Espanha com 'Vivo Cantando' de Salomé, a Holanda graças a Lenny Kuhr e 'De Troubadour' e a França com 'Un Jour, Un Enfant' de Frida Bocarra. Isso levou a que no ano seguinte 6 países se recusassem a participar: Finlândia, Noruega, Suécia, Portugal, Áustria e Dinamarca.


SEGURANÇA EXTRA

Desde o massacre de Munique nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972 que a segurança em torno dos representantes Israelitas é sempre redobrada. Por isso quando Ilanit entrou em palco para cantar 'Ey Sham', em 1973 foi pedido ao público que não se levantasse depois do desfecho da canção. O interprete tinha tido várias ameaças de morte, por parte de membros extremistas islâmicos e por isso temia-se o pior. Mas nada aconteceu...

Nos cinco anos seguintes várias nações árabes começaram a emitir o certame. Não esperavam era que Israel alguma vez ganhasse. Mas isso aconteceu em 1978 com Izhar Choen e os Alphabeta e a canção 'A-Ba-Ni-Bi'. Vários países africanos e do médio oriente quando perceberam que o tema ia vencer, simplesmente terminaram a transmissão antes da última votação e declararam na imprensa local que havia vencido a Bélgica. A Jordânia foi mesmo mais longe, nunca transmitindo nem nesse ano nem no seguinte (onde Israel voltou a ganhar) qualquer imagem da participação Israelita.


INCONGRUÊNCIAS COM A COMUNIDADE LBGTQ+

Se está a pensar que esta foi a ultima participação israelita controversa...desengane-se. Em 1998 a coisa tomou proporções de escândalo quando muitos ativistas da direita radical se manifestaram contra a participação da cantora Transexual, Dana Internacional e o seu 'Diva'. Valeu-lhes de pouco porque a cantora arrecadou a vitória do público e não só... pois a liberdade e diversidade sexual a partir dai tomou novas proporções...

Se há comunidade que tem levado a Eurovisão a outros patamares... é a comunidade LGBTQ+. E a sua representatividade tem-se feito sentir de ano para ano. Dana Internacional, Conchita Wurst, Duncan Laurence...assumiram não serem heterossexuais. Hoje há liberdade para todos... ou será?

A morte anunciada de Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst
Conchita Wurst

Embora desde 1998 o concurso se tenha tornado cada vez mais representativo a verdade é que foi preciso chegar a 2013 para haver o primeiro beijo entre participantes do mesmo sexo. A participação finlandesa desse ano pela voz de Krista Siegfrids, trouxe ao palco 'Marry Me'... onde duas mulheres no desfecho da canção davam um beijo apaixonado. Em 2018 foi a vez do irlandês Ryan O'Shaughnessy e o seu 'Together' retratar uma relação entre dois homens. 


As atuações foram sempre aplaudidas... menos pela Rússia, Hungria e Polónia. A primeira desde a vitória de Conchita Wurst tem vindo a criticar o certamente. Não nos podemos esquecer que o governo de Vladimir Putim mantém regras anti homossexualidade em vigor desde 2014....isto apesar de terem levado em 2003 o grupo T.A.T.U, com 'I Wanna' à Eurovisão. Na altura as duas jovens fingiam manter uma relação lésbica que deu muito que falar...

Mas tudo mudou e hoje o governo russo já fez questão mesmo de dizer que a Eurovisão está a passar uma mensagem errada e distorcida da família aos seus espetadores. O mesmo aconteceu com a Hungria e o governo de Viktor Orbán, que criticaram o festival pela mesma razão. Tanto é que tinham, antes da pandemia (no início de 2020), em protesto retirado a sua participação até a EBU fazer uma revisão do que podia ou não ser mostrado. A recusa da organização contudo levou a que o pais deixasse de entrar para já no certame. A ala direita polaca também já se manifestou contra a exibição de comportamentos não padronizados, mas até agora sem efeitos práticos.


POLíTICA SEMPRE ENVOLVIDA

O tema dos refugiados também tem sido alvo de discórdias no certamente. Embora muitas vezes pareça apenas um certame de canções, onde por norma, são proibidas mensagens políticas estas vão surgindo... como aconteceu com Salvador Sobral em 2017. Durante a conferência de imprensa o cantor surgiu com uma t-shirt onde chamava a atenção para a crise migratória que estava a levar á morte homens, mulheres e crianças na travessia da Turquia para a Grécia. Na t-shirt podia ler-se 'S.O.S. Refugees' (SOS para os refugiados). Ao cantor foi-lhe pedido para trocar de camisola mas este não o fez. "Estou aqui, tenho exposição para toda a Europa e o mínimo que posso fazer é dar a conhecer o que se está a passar com esta mensagem", disse mais tarde.

Salvador Sobral no Festival da Eurovisão
Salvador Sobral passou a final do Festival da Eurovisão, o que já não acontecia há 7 anos a um cantor português
Salvador Sobral em Kiev
Salvador e Luísa Sobral em Kiev
Salvador Sobral é um dos preferidos no Festival da Eurovisão
Salvador SObral interpretou a música 'Amar por Dois'
Salvador Sobral venceu o festival da canção da RTP
Salvador enfrenta graves problemas de coração
Apesar dos problemas de saúde, o cantor atuou no Festival da Eurovisão
Salvador Sobral
O cantor com a irmã, Luísa Sobral, autora do tema 'Amar pelos Dois', após Salvador se ter sagrado vencedor do Festival RTP da Canção 2017
Salvador Sobral com a irmã, Luísa Sobral, nos bastidores do Festival da Canção
Salvador Sobral e Luísa Sobral quando ainda esperavam pelos resultados do Festival da Canção. Apesar disso, estiveram sempre descontraídos, durante o concurso, que Coliseu dos Recreios, em Lisboa
Salvador e Luísa Sobral a celebrarem a vitória no Festival da Canção RTP
"Gostei tanto da música dos Sobral! Top! Top! Top!", escreveu José Carlos Malato nas redes sociais, que foi um dos apresentadores do Festival da Canção de 2017
Salvador Sobral
salvador sobral
Salvador Sobral
Salvador Sobral
Salvador Sobral
salvador sobral
salvador sobral
salvador sobral
salvador sobral
Salvador Sobral e Luísa Sobral
Salvador Sobral e Luísa Sobral
Salvador Sobral, luísa sobral, festival da canção
malato, salvador luísa sobral
Cinco anos antes a também vencedora do certamente, a sueca Loreen encontrou-se com ativistas dos direitos humanos enquanto estava no Azerbeijão. O encontro devia-se à repressão porque o povo daquele pais passava. Confrontada com o que tinha feito antes mesmo de cantar, não teve medo das palavras. "Todos os dias os direitos das pessoas no Azerbeijão estão a ser violados. Há que alertar as pessoas para isso. Se com o que estou a fazer posso transmitir essa mensagem é já uma vitória". Apesar dos protestos do governo, que recebia o certamente, a cantora acabaria por arrecadar a vitória de forma estrondosa com 'Euphoria'.


De resto o Azerbeijão assim como a Arménia tem sido alvo da atenção particular da EBU devido à guerra existente entre algumas regiões que partilham. Os dois países habitualmente travam sempre batalhas não só na não atribuição de pontos, como também na forma como se dirigem um ao outro.

Em 2019 os problemas nem aconteceram com nenhum dos participantes. O intervalo foi o que trouxe a polémica. Madonna subiu ao palco da Expo Tel Aviv para cantar dois temas. Primeiro 'Like a Prayer' (em que surgiu, em alguns paises, com a voz desafinada  e noutros com a versão com dubs que permitia que a voz surgisse normal e afinada) e depois 'Future' com o rapper Quavo. Num ano em que o conflito palestino árabe estava a atravessar um dos piores periodos, a cantora juntamente com os seus bailarinos surgiram de mascaras de gás... um com a bandeira israelita e outro a palestiniana... com Quavos a cantar: "Nem todos vamos chegar ao futuro; nem todos estão a aprender com o passado". A atuação foi criticada pelo governo israelita mas a cantora norte americana não se mostrou incomodada garantindo que a sua atuação era apenas um apelo à paz. 

A "nova" Madonna
Madonna
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A bandeira palestiniana surgiria pouco depois durante a votação. A representante Islandesa, Hatari durante a atribuição dos seus pontos mostrou uma bandeira do território ocupado. O pais foi multado em cinco mil euros, por usar o espaço de votação para campanha política, mas a estrela islandesa não se mostrou arrependida do seu ato.

HÁ QUE RECORDAR...

O primeiro escândalo na Eurovisão aconteceu em 1957 quando os representantes holandeses, um homem e uma mulher se beijaram durante 11 segundos causando uma reação de espanto do publico presente.

José Carlos Malato: Preto no Branco
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O homem mais temido da Eurovisão  é o comentador inglês Graham Norton. Conta-se nos bastidores que um comentário negativo do conhecido apresentador pode destruir uma canção em segundos. E a verdade é que a língua da estrela inglesa é afiada...bem diferente dos portugueses José Carlos Malato e Nuno Galopim que se tornaram as figuras centrais da Eurovisão para Portugal.

A participação da Austrália pode ainda ser estranha para muitos, mas o pais, fã da Eurovisão fá-lo desde 2015. Mas antes da Austrália já Marrocos havia participado. Foi em 1980. Não repetiu a proeza e ficou em penúltimo lugar.


Em 1986 'J'Aime La Vie', cantada por Sandra Kim deixou todos estupefactos quando esta se tornou a mais jovem vencedora do certamente. Alegadamente com 15 anos. Mais tarde viria a descobrir-se que afinal a jovem tinha apenas 13. Desde então existe uma regra que nenhum participante pode entrar no certamente com menos de 16 anos. Mas em 1989 ela foi quebrada novamente. A diferença é que a canção não venceu. A jovem Nathalie Pâque, também da Bélgica atuou na Eurovisão com apenas 11 anos. Já a Emil Ramsauer é o participante mais velho alguma vez no certamente. Tinha 95 anos e fazia parte da banda suíça Takasa.

Para mudarem o cenário, entre canções a produção tem apenas 40 segundos. É nessa altura que são mostrados os cartões que representa cada pais. 

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Salvador Sobral
Portugal, e Salvador Sobral, com 'Amar Pelos Dois' detém o recorde do maior número de pontos alguma vez obtidos no certamente: 758.

A canção da Finlância, 'Aina Mun Pitää' tem apenas 1 minuto e 27 segundos. É o tema mais curto alguma vez apresentado. Já a Noruega detém o tema com menos palavras: apenas 24, para o tema 'Nocturne' de 1995 dos Secret Garden, que por uma nesga não foi desqualificado.

A Irlanda detém o mais número de vitórias, seis. Em 1970, 1980, 1987, 1992, 1993, 1994 e 1996. Já a Noruega terminou em último lugar 9 vezes: em 1963, 1969, 1974, 1976, 1978, 1981, 1990, 1997 e 2001. O Reino Unido desde o início do séculos aproxima-se rapidamente deste desastre do pais nórdico..


OS MEGA SUCESSOS

Se muitas canções e artistas passam quase despercebidos depois das suas vitórias ou participações no certamente, outros tornam-se mega estrelas. O mais recente foi Duncan Laurence com a canção 'Arcade'. O holandês não só conquistou toda a Europa como se tornou numa das canções de sucesso nos Estados Unidos...talvez o mercado mais complicado de conquistar.

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Duncan Laurence Foto: Eurovision
Que o diga Gina G. Quem? Pois, a australiana representou o Reino Unido na Eurovisão em 1996 com 'Ooh Aah... Just a Little Bit'. Foi a primeira canção quase totalmente computorizada e sem precisar de orquestra. Apesar de toda a atenção em torno do tema e da participação, Gina G. não iria além do oitavo lugar. Contudo, apenas um mês depois a música tornava-se um mega êxito pelo mundo fora. A australiana chegou mesmo a conquistar os americanos com a canção a ser durante o verão a segunda mais ouvida nas rádios.



Igualmente bem sucedida foi Loreen. A cantora sueca conquistou a vitória em 2012 e o tema 'Euphoria' que se tornou um mega êxito na Europa inteira chegando a ser o tema mais tocado nas rádios. O mais engraçado é que depois a cantora passou por uma série de flops.

Mas a loucura do tema mais conhecido de sempre vai para o italiano Domenico Modugno. Se o nome não lhe diz nada talvez a canção diga: 'Nel Blu, dipinto di blu'. Também não? Pois é...é que a canção acabou por ganhar outro nome: 'Volare'. A música foi um fenómeno mundial chegou ao segundo lugar de vendas nos Estados Unidos e vendeu perto de 23 milhões de cópias. Já se lembra? É que já foram feitas milhares de versões desta canção...


Há outros nomes de sucesso mundial que também foram à Eurovisão. O primeiro foi Julio Iglesias em 1970. A canção 'Gwendollyne' passou quase despercebida, mas a carreira do cantor estava apenas no início. Alguns anos depois ele era o cantor romântico mais amado em Portugal. Com outra carisma estiveram a representar o Reino Unido a já famosa Lulu e Cliff Richards. Ambos viram o fanatismo em torno de si crescer ainda mais. 

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Celine Dion
Mas há mais: Celine Dion. A cantora representou a suíça com 'Ne Partez Pas Sans Moi'. Venceu por uma unha negra. No Canadá já era uma estrela e em França estava a dar os primeiros passos. Dois anos depois conquistava o mundo com 'Where Does My Heart Beat Now'. E para terminar...os ABBA. 'Waterloo' em 1974! Foi a canção que os transportou para a fama mundial. É a canção mais conhecida de sempre de uma Eurovisão e foi um sucesso pelo mundo fora em especial no Reino Unido...que no momento do certamente, pode não acreditar, mas deu-lhes zero pontos.

ABBA: Passaram 35 anos desde que estiveram juntos pela última vez
Após 36 anos de vidas e carreiras separadas, os quatro suecos voltam a cantar e a tocar juntos. Eles, que são a segunda banda que mais disco vendeu em todo o mundo, cerca de 500 milhões de cópias.
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Agnetha Fältskog
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 Benny Andersson
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Anni-Frid Lyngstad
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 Björn Ulvaeus
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Em 2018, com idades compreendidas entre os 68 anos de Agnetha e os 72 de Björn, os quatro cantores da cidade sueca de Västervik, voltam aos palcos juntos.
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Agnetha Fältskog
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 Benny Andersson
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Anni-Frid Lyngstad
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 Björn Ulvaeus
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Agora é esperar esta edição e ver se as casas de apostas estão certas...e qual será o escândalo que surgirá. E afinal...quem é que vai ganhar. Há muito porque esperar!

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