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"A mamã precisa de descansar": novo livro revela os momentos mais duros de Kate Middleton na luta contra o cancro

Faz dois anos que a princesa de Gales anunciou que estava a lutar contra um cancro. No momento mais delicado da sua vida, há medos e vulnerabilidades que não esquece, mas também uma força que não conhecia e que trouxe para a sua nova existência depois da doença. No novo livro 'William and Catherine: The Monarchy's New Era: The Inside Story', conta-se agora como Kate fez da sua dor uma forma de resiliência e venceu a doença sem nada esconder dos filhos e mantendo sempre o seu otimismo.
Rute Lourenço
Rute Lourenço
05 de março de 2026 às 20:28
Príncipe William, Kate Middleton
Príncipe William, Kate Middleton

Passaram-se dois anos, mas o vídeo, que correu o mundo, estará certamente na memória de todos. Depois de dois meses de especulações, Kate Middleton surgia sentada num banco ao ar livre, de semblante mais carregado do que aquilo que nos habituou, a anunciar que, sim, estava a braços com uma batalha contra o cancro. Numa mensagem olhos nos olhos do público, não romanceava a doença. Admitia que tinha medo, mas que não ia desistir e pedia recato para viver a sua luta com o espaço e privacidade de que precisava.

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Seguiram-se meses duros em que a princesa de Gales se isolou na moradia da família, a Adelaide Cottage, mas rodeada de um carinho incrível, que foi a força de que precisava durante o processo. Agora, no livro recentemente lançado 'William and Catherine: The Monarchy's New Era: The Inside Story', há novos detalhes sobre um dos períodos mais difíceis da vida do casal e de como os príncipes fizeram da dor a sua resiliência, numa honestidade que não foi apenas para com os súbditos, mas que acima de tudo começou em casa com os três filhos.

Um excerto de um novo livro do especialista em assuntos da realeza Russell Myers explora agora o momento duro em que Kate e William se tiveram de sentar em frente aos filhos para explicar que nem tudo ia bem com a saúde da mãe.

"Explicaram às crianças, com muita calma, o que se estava a passar e durante quanto tempo a Kate precisaria de estar afastada (...) Depois disso, tudo voltaria ao normal, mas avisaram-na que, quando regressasse a casa, depois da cirurgia no hospital, a mãe precisaria de descansar."

Apesar da dificuldade de manter a normalidade enquanto Kate estava no hospital, William fez da família a sua grande prioridade e sempre que não era estritamente necessário, cancelou a sua agenda para que pudesse ser um pai mais presente, de forma a que as crianças não se ressentissem com a ausência da mãe ou temessem pelo que lhe pudesse acontecer.

"O William levava-os à escola, e os pais e os irmãos de Kate visitavam-nos regularmente (...) Combinavam brincar juntos e passavam os fins de semana com o Michael e a Carole Middleton. Ambos estavam muito conscientes da necessidade de os proteger ao máximo", pode ler-se no livro, que dá conta que a batalha solidificou a relação do casal.

Se é certo que os príncipes sempre mantiveram um casamento firme, mantendo-se afastados das grandes polémicas, depois da batalha contra o cancro vimos mais vezes gestos de carinho em eventos públicos, numa renovada união resultante do drama que foram obrigados a enfrentar.  "A Kate admirava a forma como o William cuidava de tudo, mantendo as crianças entretidas e ocupadas, mantendo-se sempre otimista mesmo carregando o peso do mundo sobre os ombros."

Esse fator acabou por ser decisivo, uma vez que, com William nos comandos, a princesa pode dedicar-se a 100 por cento à sua recuperação, não sentindo que os filhos se estavam a ressentir. No entanto, não deixou de se preocupar com os seus, tendo consciência de que, se ela estava numa posição difícil, a vida do marido não estava mais facilitada, uma vez que lidava com um duplo diagnóstico de cancro, com o pai, Carlos III, também a braços com a doença.

"Para William, foi como se tivesse sido atropelado por um autocarro. Um dia a vida estava normal, e no dia seguinte, tudo tinha mudado. Ele adora-a [Kate]. Ela é o mundo dele, e quando veio o diagnóstico, foi como se o chão tivesse desaparecido debaixo dos seus pés. (...) Foi um misto de tristeza, medo e impotência, tudo ao mesmo tempo."

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