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Isabel de Herédia insiste que filhos trabalhem

"Sou muito apologista que eles trabalhem", declara a mulher de D. Duarte Pio de Bragança, referindo-se a Dinis, Maria Francisca e Afonso.
14 de março de 2018 às 15:30
Com 3 filhos a entrar na fase adulta, dona Isabel de Herédia teme pelo futuro profissional dos jovens como qualquer mãe e insiste que eles tenham o máximo de experiências profissionais para que consigam escolher bem.

"Eu digo sempre: 'estudem o que gostam, façam mestrado' porque às vezes as pessoas estudam uma coisa, depois vão trabalhar noutra. Estudei [Administração] no Brasil e lá, a partir do segundo ano [da faculdade], nós estudávamos e trabalhávamos porque é importante a parte prática. Sou muito apologista que eles trabalhem", declarou a mulher de D. Duarte Pio de Bragança à FLASH! nesta quinta-feira, 8, em Lisboa.

Está a se aproximar a altura de Dinis, 18 anos, escolher o seu caminho. A terminhar o 12.º ano, ainda está a apalpar as suas áreas de interesse. 

"O mais novo está mais virado para Gestão. Lá em casa somos muito humanistas, a cultura para nós é muito importante, ele também gosta de Filosofia, História, Relações Internacionais, anda ali a ver", referiu.

Já o mais velho, Afonso, quase a fazer 22 anos, está a estudar Relações Internacionais e Ciências Políticas, enquanto Maria Francisca, de 21, escolheu Comunicação e Marketing. "Ela é muito criativa, e gosta, acho que as pessoas têm que estudar o que gostam. A vida é feita disso, são vários cursos, várias experiências..."


COMO SER MONÁRQUICO NUMA REPÚBLICA

Questionada sobre a forma como os 3 filhos foram criados, a dividirem-se entre os supostos títulos monárquicos e o papel na república, Isabel de Herédia fala das dificuldades da exposição ao público.

"Realmente nós não temos um papel oficial, temos um papel oficioso, quer dizer, temos o trabalho todo. Como meu marido diz, nós estamos aqui é para fazer, não é para ter glória. Claro que houve alturas que para os nossos filhos a exposição foi complicada, mas qualquer pessoa mais nova que esteja mais exposta tem de saber gerir muito bem", conta.

"Os meus filhos sempre foram filhos de todos. As pessoas perguntam como é que vão os nossos meninos. É por isso, quando eles eram mais pequeninos podia haver confusão. O meu marido e eu, como somos muito normais, e temos os pés na terra, também quisemos que eles tivessem sempre uma educação mais na terra, e ter uma vida como os outros. Vai se gerindo, vai se falando", acrescentou. 

Isabel de Herédia refere um exemplo que usa em casa. "Digo sempre: 'a religião e a monarquia têm de ser dados em doses pequeninas, porque senão as pessoas rejeitam'. Por isso sempre educamos os nossos filhos da maneira que achamos que tinha que ser, com as responsabilidades, eles sabem que tem muita coisa boa mas também sabem que tem esta parte" da vida pública.

Comentários

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Anónimo 11.02.2019

Acho muito bem porque a certa altura quando se descobrir a burla que são estes falsos duques https://casarealdebraganca.wixsite.com/reifazdeconta é bom que os pequenos tenham profissão porque a de rei e príncipes faz de conta vai deixar de dar lucro.

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