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Surpresa

Lembra-se do 'bebé arco-íris' da inseminação pós-morte? Veja como está o pequeno Guilherme e os desafios que a mãe Ângela Ferreira enfrenta agora

A história da mulher que lutava para engravidar do marido, Hugo Ferreira, após a sua morte, emocionou os portugueses. Em 2023, Ângela cumpriu finalmente o sonho, com o nascimento do pequeno Hugo Guilherme.
Por FLASH! | 01 de abril de 2026 às 12:38
Ângela Ferreira desabafa sobre enfrentar os desafios da maternidade sozinha sem o marido, que morreu em 2019
Ângela Ferreira com o filho e o marido
Ângela Ferreira, Hugo Ferreira
Ângela Ferreira, Hugo Ferreira
Ângela Ferreira com o filho e o marido
Ângela Ferreira, Hugo Ferreira
Ângela Ferreira, Hugo Ferreira

Mesmo antes da pandemia de covid-19 tomar conta da atualidade mundial, a mediática história de Ângela Ferreira, a mulher que lutava para engravidar do falecido marido, Hugo Ferreira, emocionou o País.

Em outubro de 2020, a Assembleia da República aprovou finalmente os projetos-lei que permitiram a tornar a gravidez possível - graças a uma amostra de esperma deixada pelo marido, juntamente com uma autorização assinada - apenas com votos contra do PSD e do CDS.

E foi em agosto de 2023 que Ângela conseguiu finalmente realizar o sonho da sua vida, com o nascimento do pequeno Hugo Guilherme, o primeiro bebé nascido em Portugal fruto de uma inseminação pós-morte do pai.

Agora, Ângela levou o menino de dois anos e meio ao 'Dois às 10', da TVI, e falou dos desafios inesperados da maternidade, especialmente por estar sozinha na caminhada.

Ângela e o pequeno Hugo Guilherme no 'Dois as 10'
Ângela e o pequeno Hugo Guilherme no 'Dois as 10'

"O que foi mais desafiante até agora foi a privação de sono, porque o Guilherme não gosta de dormir e houve uma fase, até um ano, com as cólicas, que era desesperante", começou por afirmar.

Questionada por Cristina Ferreira sobre se o bebé ajudou no luto do marido, Ângela confessou: "Houve uma fase no início que eu não sabia se ajudava ou se era pior", disse.

"Não vou estar aqui a florear. No parto ele não estava lá, nas noites, porque é sempre, inevitavelmente, quando as coisas estão piores, mas sem dúvida nenhuma, que acho que o Hugo está sempre presente", acrescentou.

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