'

NOVA EDIÇÃO FLASH!

Não perca a edição especial nas bancas ou Epaper

Ilustração da revista Flash!
Comprar Epaper
Surpresa

Rara aparição pública! Alérgica aos holofotes, filha de Artur Albarran surge em Portugal e é atualmente uma das mulheres mais poderosas da banca internacional

Vive em Londres desde 2016, casou um noruegês chamado Bonde, esteve o Estoril Open a ver o ténis e apanhar sol... aquilo de que tem mais saudades.
João Bénard Garcia
Filha de Albarran brilha na banca em Londres. Francisca é vice presidente no Bank of America
Francisca Albarran em criança com os pais, Paula Colaço e Artur Albarran, e o irmão
Francisca com o pai, Artur Albarran, então presidente da Euroamer, em 2009
artur albarran
Francisca Albarran em criança com os pais, Paula Colaço e Artur Albarran, e o irmão
Francisca com o pai, Artur Albarran, então presidente da Euroamer, em 2009
artur albarran

Francisca Albarran-Bonde, de 32 anos de idade, filha do antigo jornalista e empresário Artur Albarran, falecido a 15 de fevereiro de 2022, e da jornalista Paula Colaço, a jovem esteve no Estoril Open numa passagem pelo torneio de ténis mais importante de Portugal. A mulher loira chamou a atenção, não apenas por ser filha de quem é, mas também porque é uma das maiores promessas nacionais na banca internacional, para além de ser raro em comparecer em eventos públicos, primando pela discrição. Francisca reside há quase dez anos em Londres e é, desde agosto de 2022, vice-presidente da equipa de banca de investimento do Bank of America, liderando 40 pessoas, entre analistas e associados.

A filha do malogrado empresário e jornalista licenciou-se em Economia pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE), fez Erasmus durante seis meses nos Estados Unidos e posteriormente mudou-se para o Reino Unido onde concluiu um mestrado em Finanças na Cass Business School que lhe abriu as portas a um estágio na banca europeia. Casada com um norueguês, é o rosto do Bank of America para os negócios nos recursos naturais e no setor da energia que envolvem países lusófonos. "Trabalhamos com clientes e negócios que definem a sociedade e a economia da qual fazemos parte", declarou em 2023 no podcast do Expresso 'O CEO é o Limite'.

Foto: D.R.

Na edição de junho/julho de 2023 da revista Forbes Portugal surge na capa, ao lado de empreendedoras como Paula Amorim, Cláudia Azevedo, Ana Figueiredo, Mafalda Duarte ou Daniela Braga, com o título 'As mais poderosas nos negócios'. Francisca garante que tem a ambição de querer continuar na City em Londres, onde três anos depois ainda cumpre a missão. "Nos próximos anos não me vejo a fazer outra coisa. Dependendo de onde viverei terei de fazer escolhas. Poderei vir para cá, mas o mercado bancário é muito pequeno", reconheceu em conversa com a jornalista de Economia do Expresso Cátia Mateus.

Questionada sobre quem foram os seus mentores na carreira de sucesso que tem, Francisca Albarran-Bonde não hesita em apontar o pai e a mãe. "Os meus mentores no início da minha carreira foram os meus pais, de uma maneira mais importante do que eu esperaria. De um lado fizeram-me sonhar, ser muito determinada. Fizeram-me ter este pensamento crítico: 'Ok, o mundo não é só Portugal, eu não preciso de ficar aqui. Este não tem de ser o meu palco. O meu palco é a Europa'", salienta, apontando quem esteve na origem desse pensamento. "O meu pai deu-me alento para definir o meu objetivo, a minha mãe deu-me ferramentas para chegar lá mais rápido".

Francisca Albarran em criança com os pais, Paula Colaço e Artur Albarran, e o irmão
Francisca Albarran em criança com os pais, Paula Colaço e Artur Albarran, e o irmão Foto: D.R.

Trabalha em média das 9 da manhã até às 23 horas ou meia noite num dia normal e assume que o que a salva nesta selva financeira é a família e os amigos, para quem reserva os sábados. "Tenho um grande suporte familiar e de amigos. Eu desligo, por uma questão de equilíbrio e saúde mental das 9 às 23 horas ao sábado e não olho para os emails. Isso, para mim, é essencial. Essas são as minhas horas para a minha vida pessoal, para balançar esse desgaste e respirar fundo", assume.

A jovem que queria ir para ciências, e chegou a equacionar a possibilidade de cursar astrofísica, não se arrepende do percurso feito até aos seus 32 anos na banca internacional. A única coisa que lhe faz falta está em Portugal. "Sinto falta do sol. Se Londres tivesse sol não saía de lá", garante.

Saber mais sobre

você vai gostar de...


FLASH! Moda e Beleza

Os truques, as novidades e o brilho das melhores passadeiras vermelhas mundiais.

De segunda a sexta, no seu e-mail.