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Drama

Espanha chora a morte da "princesa guerreira" de apenas 13 anos que adorava futebol

Tinha seis anos quando lhe foi diagnosticada a doença mas, apesar de toda a coragem, María Caamaño acabou por perder a dura batalha contra um sarcoma de Ewing.
Por Ana Cristina Esteveira | 16 de abril de 2026 às 10:15
Espanha chora a morte da "princesa guerreira" de apenas 13 anos que adorava futebol
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño
María Caamaño

A Espanha acompanhou a longa luta de María Caamaño, de 13 anos, contra um sarcoma de Ewing. Foram sete anos em que a menina exibiu toda a sua coragem para conseguir vencer a doença e sem nunca perder o sorriso, portanto este não era o desfecho desejado... embora fosse esperado.

"Depois de se ter divertido a ver a sua equipa jogar,  o estado de saúde de M4RIA agravou-se consideravelmente, e ela lutou bravamente até ao último segundo para sobreviver. Mas estas coisas estão fora do nosso controlo. Esta manhã, M4RIA descansa agora em paz ??", anunciou a família da menina que em Espanha era conhecida como 'princesa futbolera guerrera'. 

Maria, que chamou a atenção para o cancro infantil, tinha uma imensão paixão: o futebol. O dia em que segurou entre as suas pequenas mãos a taça do Campeonato do Mundo conquistada pela Seleção espanhola foi um dos mais felizes da sua curta vida. A menina teve ainda oportunidade de visitar o Vaticano e ter uma audiência privada com o Papa Francisco.

"Como pais e irmã da M4RIA, queremos agradecer a todos os que a apoiaram em cada passo do caminho, dia após dia, ao longo desta longa provação, e a todas as equipas médicas com quem trabalhámos durante estes 2.392 dias. Só podemos pedir-lhes que continuem a rezar por ela e por nós, para que possamos continuar a senti-la tão perto como vos sentimos", escreve ainda a família nas redes sociais.

E termina: "E como a M4RIA sempre nos disse: 'Continuem a sorrir', e agora ainda mais por ela. Sem investigação não há vida. Continuaremos a angariar fundos para ela."

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